O Rock ´n` Roll é uma das chaves, uma das muitas, muitas chaves de uma vida complexa. Não fique se matando tentando todas as outras chaves. Sinta o Rock ´n` Roll, e então provavelmente você vai descobrir a melhor chave de todas - Pete Townshend
Blue Öyster Cult é uma banda estadunidense de rock, formada no final da década de 1960 e em atividade até hoje. Se formou na mesma época que bandas clássicas como Pink Floyd, Black Sabbath, Deep Purple, Uriah Heep, Grand Funk Railroad e Budgie. Mais do que apenas mais uma banda de heavy metal americana igual a tantas outras da década de 70, o Blue Oyster Cult destaca-se da maioria destas bandas por suas letras e temáticas baseadas em literatura de horror e ficção científica, inspirada por escritores como H. P. Lovecraft, Edgar Allan Poe e Stephen King. As músicas giram em torno de monstros lendários, maldições, vampiros e ocultismo.
A banda foi formada em 1967 inicialmente sobre o nome Soft White Underbelly, por estudantes do Stony Brook College de Long Island. A formação original contava com Les Bronstein (vocal), Donald Roeser (guitarra), Alan Lanier (teclados), Andy Winters (baixo), Albert Bouchard (bateria). Curiosamente as composições e produção dos shows da banda desde o início eram responsabilidade de outras duas pessoas, Richard Meltzer e Sandy Pearlman (crítico de rock responsável por cunhar o termo heavy metal, produtor também do The Clash e Dictators).
A banda mudou de nome para Oaxaca quando o vocalista foi substituído por Eric Bloom. Durante estes dois primeiros anos tiveram seus álbuns recusados pelas gravadoras e lançaram apenas um single sobre o nome Stalk Forrest Group.
Após assinarem com a gravadora Columbia mudaram o nome para Blue Oyster Cult. O álbum de estréia da banda, homônimo, lançado em 1972, não impressionou crítica nem público, resultado repetido pelos dois lançamentos que se seguiram. Apenas com "Secret Treaties (1973)" subiram às paradas. O primeiro grande hit viria apenas em 1976 com a música "Don't Fear The Reapper" do álbum "Agents of Fortune" que foi incluído na trilha sonora do clássico cult movie "Halloween". O maior hit da banda viria em 1981, "Burning for You", do álbum "Fire of Unknow Origin".
O Blue Oyster Cult conseguiu reconhecimento e credibilidade estranhos às bandas americanas da época, quando todos os grandes expoentes do rock pesado vinham da Europa. Os fãs, embora fossem poucos se comparados aos de grandes sucessos populares da época, eram extremamente fiéis. Embora a banda não tivesse um grande sucesso na vendagem de discos, ao vivo a situação era outra, cativavam a platéia como poucas bandas faziam, num espetáculo não apenas sonoro mas também de iluminação e efeitos especiais. O uso excessivo de lasers nos shows levou a banda a ser processada por causar danos visuais aos espectadores.
Em 1988 foi lançado "Imaginos", álbum conceitual e extremamente bem produzido, considerado um ponto alto da banda pelos fãs embora não tenha conseguido nenhum sucesso comercial. Na realidade "Imaginos" deveria ter sido um trabalho solo do baterista Albert Bouchard, tendo sido lançado sobre o nome do Blue Oyster Cult por força de contrato com a gravadora.
O Grande Músico Eric Bloom.
Em 1992 a banda participou da trilha sonora do filme de ficção científica "Bad Chanells". As turnês cada vez mais extensas (embora para platéias menores que nos anos 80) levou a banda a diminuir sensivelmente a sua produção de estúdio, tendo sido lançados nos últimos anos apenas compilações, regravações de músicas anteriores e sobras de estúdio.
O maravilhoso Donald "Buck Dharma" Roese.
NOME DA BANDA
O nome "Blue Oyster Cult" veio de um poema de 1960 escrito pelo produtor Sandy Pearlman. Era parte de sua "Imaginos poesia", mais tarde lançaram o álbum com o mesmo nome Imaginos 1988. O nome anterior da banda era, "Soft White Underbelly", a partir de uma frase usada por Winston Churchill durante a II Guerra Mundial. Na poesia de Pearlman, o "Blue Oyster Cult" era um grupo de estrangeiros que tinham reunido secretamente o guia de história da Terra. "Inicialmente, a banda não estava feliz com o nome"
Adição do trema foi sugerido por Allen Lanier. Outras bandas copiaram a prática de usar o trema em seus logotipos, como Motörhead, Mötley Crüe, Queensrÿche.
O logotipo foi desenhado por Bill Gawlik em janeiro de 1972, e aparece em todos os álbuns da banda. Relata que o logotipo é feito a partir de três pontos de exclamação e um ponto de interrogação para trás falso. Na mitologia grega, "... o gancho-e-símbolo da cruz é a de Cronus, o rei dos Titãs e pai de Zeus ... e é o símbolo alquímico de chumbo (um metal pesado), um dos mais pesado dos metais. "Sandy Pearlman considerando isto, combinado com o som de guitarra pesada distorcida da banda e decidiu a descrição do " heavy metal " seria apropriadamente aplicado ao som musical Blue Öyster Cult. Na mitologia romana, o gancho-e-símbolo da cruz representa Saturno, o deus da agricultura e da fertilidade.
O logotipo da banda também é idêntico a uma "cruz da confusão" ou por alguns chamada de "Cruz Satãnica" é mais basicamente um símbolo da cruz de cristo com um sinal de interrogação, questionando o reconhecimento e a validade de Deus e do cristianismo, e ainda as três pontas da cruz representam os três principais generais de Lúcifer: Lilith, Belial e Leviathan.A interrogação ainda representa o poder completo de Lúcifer.
O nome da cruz já diz tudo de qual é seu objetivo e o porque de usá-la.Com isso resta um questionamento se Bill Gawlik tirou a idéia de uma "cruz da confusão".
Formação Atual
Eric Bloom: vocal, guitarra rítmica (1967-presente)
Donald "Buck Dharma" Roeser: guitarra solo e vocal (1967–presente)
Richie Castellano: teclado, guitarra e vocal (2004–presente)
Kasim Sulton: baixo, vocal (2008–presente)
Jules Radino: bateria, percussão (2004–presente)
Formação Original
Eric Bloom: vocal, guitarra rítmica
Buck Dharma: guitarra solo, [[vocal
Allen Lanier: teclado, guitarra
Joe Bouchard: baixo, vocal
Albert Bouchard: bateria, percussão, vocal
Álbuns de Estúdio
Blue Öyster Cult (1972)
Tyranny and Mutation (1973)
Secret Treaties (1974)
Agents of Fortune (1976)
Spectres (1977)
Mirrors (1979)
Cultösaurus Erectus (1980)
Fire of Unknown Origin (1981)
The Revölution by Night (1983)
Club Ninja (1985)
Imaginos (1988)
Heaven Forbid (1998)
Curse of the Hidden Mirror (2001)
Álbuns Ao Vivo
On Your Feet or on Your Knees (1975)
Some Enchanted Evening (1978)
Extraterrestrial Live (1982)
Live 1976 (1994)
A Long Day's Night (2002)
BLUE OYSTER CULT : Then Came The Last Days Of May Live
BLUE OYSTER CULT : Don’t Fear The Reaper Live
BLUE OYSTER CULT : Astronomy Live 1978
BLUE OYSTER CULT : Godzilla Live
BLUE OYSTER CULT : Joan Crawford Imaginos Tour 1988
METTALICA : Astronomy
BLUE OYSTER CULT : Then Came The Last Days Of May Live Peavey NAMM 2013
HIM : Don’t Fear The Reaper Video
BLUE OYSTER CULT : Veteran Of The Psychic Wars Live
BLUE OYSTER CULT : Then Came The Last Days Of May
BLUE OYSTER CULT : ETI Live Concert In Hollywood 1981
BLUE OYSTER CULT : Burnin For You Live On TV 1981
BLUE OYSTER CULT : Dr. Music Live At Black & Blue Tour with Black Sabbath 1980
BLUE OYSTER CUL : Black Blade Extraterrestrial Live
BLUE OYSTER CULT : Cities On Flame With Rock And Roll Live
O Blue Oyster Cult é outra banda que tem uma maravilhosa história no Rock.
Sem dúvia alguma é uma das maiores.
Longa Vida ao Blue Oyster Cult !
Longa Vida ao Rock And Roll !
GRAND FUNK RAILROAD : Um Power Trio Americano de Altíssima Voltagem !
Grand Funk Railroad (ou simplesmente Grand Funk) é uma banda de rock da década de 1970, descoberta em 1969 no Atlanta Pop Festival, que chegou a ser uma grande sensação do rock para os jovens no final dos anos 60 e começo dos anos 70.
O grupo Grand Funk Railroad nasceu em 1964, na cidade de Flint, Michigan, Estados Unidos, quando quatro amigos se juntaram para formar uma banda. Seu nome original era Jazzmasters e não tocavam jazz como o nome sugere, "mestres do Jazz", mas faziam um rock'n roll tão alto quanto seus amplificadores podiam suportar. Era formado por: Mark Farner, guitarra e vocal; Don Brewer, bateria e vocal; Craig Frost, órgão e piano e Don Lester baixo elétrico.
A formação clássica do Grand Funk Railroad
Tocavam em clubes e escolas da cidade, até que em 1967, Terry Knight, um rapaz de 20 anos, um ano mais velho do que os músicos do "Jazzmasters", assistiu a apresentação daquela noite. Knight era mais maduro e ambicioso, um visionário, já teve seu próprio programa na rádio local, tinha trabalhado em uma emissora em Detroit e nesta noite de 67 ele, desempregado, estava decidido a se tornar vocalista de uma banda de rock. Da reunião entre Terry Knight X Jazzmasters, nasceu o "Terry Knight & The Pack".
"The Pack" era a união dos esforçados rapazes do "Jazzmasters" com as propostas do ex disk-jockey Terry Knight. Knight fez grandes planos com Mark Farner e o restante do grupo, mas só conseguiu um tímido contrato de gravação para a etiqueta "Cameo/Parkway", do serviço local, embora já tivessem lançado artistas de peso como Chubby Cheker e Dee Dee Sharp, entre outros. Na visão de Knight, o som do grupo seguia aproximadamente o estilo dos "Rolling Stones", embora sóbrios e fez sucesso na região chegando a cidade de Detroit, que tem certa tradição em rock.
O Magnífico Mark Farner fazia a guitarra com brilhantismo e os vocais.
No início de 1968 o "Pack" e Knight se separam e seguem cada um, seu próprio caminho. O "Pack" ,retorna aos shows em clubes, boates e colégios e Knight tenta uma carreira solo como cantor romântico, estilo Donovan, mas nenhum deles decolou. Pack e Knight se reencontram no final de 1968 e, na versão de Knight, foi Don Brewer que escreveu para ele em Detroit, solicitando novamente a sua ajuda porque os rapazes do "Pack" estariam passando fome, quase a ponto do grupo se dissolver. Aliás, já tinham perdido dois dos seus integrantes. Mas o grupo diz em sua versão que Knight, após perceber que não levava jeito mesmo como cantor, tentou arrumar emprego em rádios e gravadoras e como não conseguiu, voltou a procurar o pessoal do "Pack" em Cape Cod. É provável que as duas versões sejam a expressão da verdade, pois nesta altura, do "Pack" havia sobrado apenas Mark Farner e Don Brewer e enquanto este procurava um novo baixista, Knight corria para tentar um novo e salvador contrato para o grupo.
Desta vez foram bem sucedidos, o baixista era um antigo amigo de Don, Mel Schacher, ex integrante de uma banda chamada Question Mark & The Misterians, que fez sucesso com 96 Tears, e o contrato foi com a gravadora Capitol, por apenas seis meses. O grupo agora é um trio e tinha novo nome, Grand Funk Railroad, inspirada na estrada de ferro Grand Trunk Western, da cidade de Flint. Há quem diga que o contrato se deveu as estratégias de Knight, que envolveram a influência de conhecidos seus, como a modelo Twiggy e o seu namorado Justin de Villeneuve, junto aos executivos da Gravadora Apple. Embora a versão oficial do grupo é que tudo se deu a partir de uma revisão de posição da Capitol, que resolvera dar uma segunda chance aos ex integrantes antigo "Pack", que já havia gravado lá e não fora bem sucedido. Com novo nome, Grand Funk Railroad e com Terry Knight empresariando, conseguiram este novo contrato e Terry desistiu de ser cantor, mas tornou-se o empresário e produtor do grupo a partir de 1969, um bom ano para os novos grupos de rock.
Mel Schacher fazia o baixo com muito peso e funk.
Dois fatores foram claramente favoráveis ao sucesso do Grand Funk Railroad, são eles sua participação no Festival de Altamont e, em termos de mercado musical, a separação dos Beatles, que acabou gerando novas oportunidades nas gravadoras que estavam sequiosas em investir nas bandas promissoras, pois haviam testemunhado níveis nunca antes alcançados de lucro com os Beatles. Quanto aos Stones, em contraposição aos Beatles, e que também estiveram no festival de Altamont, tiveram sua credibilidade bastante arranhada, na época, com os incidentes durante o seu show, que deixaram Mick Jagger sem ação diante de milhares de pessoas, impotente diante da violência que resultou em morte e envolveu a gangue de motociclistas dos Hells Angels. Um jovem drogado havia derrubado a motocicleta Harley Davidson de um dos integrantes da gangue e acabou morto por isto, enquanto Mick Jagger se furtava de acalmar os ânimos exaltados.
Neste clima, os jovens já não acreditavam mais nem no governo, nem em seu país, nem nos líderes dos Estabilishment, cheios de dúvidas, medos e incertezas, como a guerra do Vietnam, que se prolongava e roubava cada vez mais vidas dos adolescentes convocados para lutar no conflito. Foi neste ambiente onde floresceu a contra-cultura que o "Grand Funk" pode tornar-se, com suas letras contestadoras, pacifistas e seu rock ao mesmo tempo rebelde, inovador, harmônico e agressivo para a época, uma fonte de identificação para aquela multidão de jovens desalentados.
Don Brewer fazia uma base fantástica de muito peso, além de ser vocalista também.
Terry Knight, com sua visão política e abrangente dos fatos, providenciou para que Mark, Dom e Mel, estivessem no lugar certo, na hora certa, tocando e declarando o que deles os jovens esperavam, uma saída, um questionamento, uma luz de rebeldia, contra o matadouro do rebanho conformado, que era a guerra combinada a corrupção política. Foram feitas duas apresentações em lugares pequenos, para que Terry Knight pudesse afinar o som do grupo, acertar corretamente o tom da apresentação e então a partir daí, criou todo um estilo, na nova atitude de palco do grupo, agora também com novos e potentes amplificadores de qualidade. Desta forma o Grand Funk fez sua estreia oficial, em 4 de julho de 1969, no Atlanta Pop Festival, tocando para 180 mil pessoas, de graça, de favor, mas se destacaram e culminaram por roubar o show de grupos participantes mais conhecidos. Da noite para o dia se tornaram os preferidos da nova geração, os campeões americanos do rock pesado da época.
A crítica, conservadora, é unânime em massacrar o Grand Funk Railroad, "sua música nem chega perto da perfeição de sua imagem", disse Michael Oldfield, da Melody Maker. "Todos são ruins demais, mas o pior de todos é Don Brewer, cuja técnica de bateria é simplesmente pavorosa". Mas era moda estraçalhar os pretendentes a grandes bandas e sob a orientação de Terry Knight o Grand Funk vai assimilando as críticas, se aperfeiçoando dia a dia e se torna realmente um fenômeno de vendas e público, a revelia da crítica, acostumada a baladas bem comportadas.
Da estréia do Grand Funk, em 69, eles só conhecem o sucesso avassalador e críticas cada vez mais ferozes. Não se importam pois sob a orientação de Terry Knight, evitam contato com a imprensa, comprando a briga, fazem declarações como esta, "Os jovens nos aclamaram, mas os críticos nos detestam, afinal, quem não entende de rock são os críticos, eles odeiam o Grand Funk porque criamos algo novo na cultura e somos apenas, três rostos anônimos, iguais a tantos outros nesta multidão revolucionária de jovens.", Tom Brewer chegou a declarar que "Nosso sucesso aconteceu tão rápido, que os críticos nos sentiram empurrados por suas goelas e sabemos que seu maior orgulho e desejo é serem considerados justamente por descobrir e predizer novos talentos para o público, jamais o contrário..."
Por cima das opiniões da crítica e cercados por uma barreira de som, o grupo "Grand Funk" foi batendo todos os recordes, com discos de ouro e de platina a cada LP de vinil lançado. Em 71, conquistam seu troféu mais precioso, batem os "Beatles", vendendo a lotação completa do Shea Stadium de New York (12 mil lugares) em apenas 72 horas. Mel Schacher, em contraponto a fase psicodélica dos Beatles, na oportunidade diz, "Somos radicalmente contra todas as drogas e eu sei que muita gente pensa que só tocamos se as usarmos, mas a única coisa que usamos é a nossa própria energia e a vibração de estar no palco diante de tantas pessoas, por isso não queremos nem precisamos de mais nada além de nossa própria adrenalina."
Em 1971, o "Grand Funk" de Knight chega ao seu auge, seus rostos estão pintados num gigantesco out-door sobre a Times Square, as rádios ainda não tocam seus discos e os jornais os ignoram, no entanto, continuam vendendo discos e lotando todos os shows nos estádios. Já no início de 1972, Knight descobre que John Eastman, advogado e cunhado de Paul McCartney era o novo administrador da conta do trio e que a sua sociedade com a banda Grand Funk Railroad Enterprises, fora dissolvida por seus abusos nas finanças do grupo tres meses antes de findar o seu contrato.
Dois anos depois, Mark Farmer comentaria: "Ele sempre foi nosso líder, e estivemos sob as suas asas de proteção, mas ele também nos traiu nas finanças e por culpa dele mesmo a fonte secou, o Grand Funk não está mais com Terry Knight, então, convide-o para o palco e veja o que ele faz e depois ponha a gente no mesmo palco e veja o que realizaremos." Batalhas legais se arrastaram por mais de dois anos, enquanto o mundo do rock aguardava ansioso, todos se perguntavam se o "Grand Funk" sobreviveria só com sua música, alijados do cérebro de Terry Knight.
O primeiro álbum sem a direção de Terry Knight se chama, a propósito, Phoenix, o pássaro que renasce das cinzas e é um disco com uma queda para o instrumental, com a novidade da volta de um velho integrante dos tempos do "Pack" nos teclados, Craig Frost. "Phoenix" não foi o álbum para cima, que nossos fãs esperavam, mas foi exatamente como nos sentíamos na época, abalados com os acontecimentos. Quando "Phoenix" saiu, muitos de nossos fãs devem até ter se assustado", disse Don Brewer. "Não era exatamente o som do "Grand Funk" ao qual todos estavam acostumados, mas era ainda mais sofisticado e mais instrumental. Ficamos muito ansiosos em saber como nossos fãs o aceitariam." Mas a leal geração de fãs do Grand Funk estranhou de início, mas acabou por ficar com eles e o album Phoenix demorou um pouco mais que os outros, mas também ganhou igualmente o seu disco de ouro. Era muito avançado para a época.
É com o próximo LP, We're An American Band, produzido por Todd Rundgreen e com um tino mais para o pop e para o comercial, especialmente elaborado para tocar em todas as rádios, que eles finalmente obtém a aceitação de todos os públicos, com boa aceitação da crítica, afinal, retrocedem uma década fazendo um rock mais simplório e abandonando o rumo de evolução do seu estilo pesado e instrumental original idealizado por Terry Knight, juntamente a contra-cultura que já dava seus sinais de cansaço com o início da afetada era "Disco" e então entram em sua curva de decadência como grupo de rock.
Mark, Don e Mel desenvolveram sua música com a experiência e visão de Terry Knight, mas logo depois aprenderiam que um grupo para permanecer, tem que manter seu estilo e personalidade marcantes, trajetória exigida para um grupo consagrar-se um clássico. Com Terry adquiriram estes traços tornando-se os heróis da contra-cultura dos anos 70. E sem ele, passaram a apregoar ingenuamente: "Nós somos uma banda Americana", tal qual Elvis Presley quando deixa seu espírito rebelde ser domado pelo seu empresário, Coronel Tom Parker e pela ideologia do exército americano. Apesar disso, entram de cabeça no ramo mais organizado do show business e fazem sua excursão mais bem produzida, com filmes em retroprojeção, canhões de luz, spot-lights compondo a bandeira Americana, chuvas de chapéus do tio Sam, puxando o saco como para compensar os anos rebeldes. Nas letras burguesas e vendidas e ainda fora delas, nas entrevistas, eles louvam o sabor rascante do bourbon, o whisky americano.
Mais comerciais e mais americanos, não são mais os jovens contestadores, nem muito menos "Três rostos anônimos na multidão", mas agora estrelas do ramo do show business americano e com seu novo empresário, Andy Cavaliere, a estrada de ferro "Grand Funk" volta a seus trilhos de ouro e platina, agora com milhões de dólares e de público, seus críticos, ainda menos jovens e tanto mais conservadores, agora aplaudem esta fase do grupo e passam a apreciar sua habilidade com o balanço do velho rock, que ainda conseguem.
Segundo a Melody Maker, Terry Knight teria comentado, no fim das batalhas judiciais, que acabaram empatadas para cada lado, condenados a pagar multas equivalentes um ao outro, "Eles foram tolos! Poderiam ter sido clássicos, eternos, como o estilo de Elvis, antes do coronel Tom Parker, mas não quiseram, cismaram em ser sérios e importantes homens de negócio, transformando a banda numa empresa, ao invés de serem apenas artistas e músicos e aperfeiçoar seu trabalho, por isso puseram tudo que tínhamos a perder." Religioso, o novo líder do "Grand Funk", Mark Farner, o fazendeiro rock, agora com cabelos curtinhos, estilo anos 50, rebate, " A nossa base é a fé, nos acreditamos em Deus, que nos sustentou esse tempo todo, e onde nos vamos sempre nos apoiar."
Integrantes
Mark Farner (vocal e guitarra)
Don Brewer (bateria e vocal)
Craig Frost (teclados)
Mel Schacher (baixo)
Álbuns
1969: On Time
1970: The Red Album
1970: Closer To Home
1971: Live Album
1971: Survival
1971: E Pluribus Funk
1971: Live Album - The 1971 Tour
1972: Mark, Don & Mel
1972: Phoenix
1973: We're an American Band
1974: Shinin′ On
1975: All The Girls In The World Beware!
1975: Caught In The Act
1975: Born To Die
1976: Good Singin', Good Playin'
1976: Grand Funk Hits
1981: Grand Funk Lives
1983: What′s Funk
1997: Bosnia
1999: Thirty Years Of Funk
2002: Live the 1971 Tour
2002: Trunk of Funk - 4CD's Box Set
GRAND FUNK RAILROAD : Footstopin'Music Live
GRAND FUNK RAILROAD : Paranoid
GRAND FUNK RAILROAD : Inside Looking Aout Live At Midsummer Rock Live 1970
GRAND FUNK RAILROAD : Are You Ready Live At The Texas International Pop Festival 1969
GRAND FUNK RAILOAD : Mr. Limousine Driver Live At Playboy After Dark Show 1970
GRAND FUNK RAILROAD : We're An American Band Promo Film
GRAND FUNK RAILROAD : Creepin
GRAND FUNK RAILROAD : Locomotion Live 1974
GRAND FUNK RAILROAD : Black Licorice
GRAND FUNK RAILROAD : I’m Your Captain/We’re An American Band Medley Live At The Tonight Show Circa 1997
GRAND FUNBK RAILROAD : Heartbreaker Live 1974
Grand Funk Railroad ... Uma Banda Pesadíssima !
Sempre estará no Panteão das Grandes Bandas da História do Rock !
Longa Vida ao Grand Funk Railroad !
Longa Vida ao Rock And Roll !
BLACK SABBATH : The Dehumanizer Tour Live In São Paulo 1992
1992 – A volta triunfal de Iommi, Dio, Geezer e Appice com o lançamento de Dehumanizer e de cara a primeira visita do Black Sabbath ao Brasil. Foram três shows em São Paulo (dois no saudoso Olympia e um na pista de atletismo do Ibirapuera com abertura do Viper e transmissão para a TV). O setlist foi um apanhado dos três álbuns com Dio no vocal e apenas três músicas da fase Ozzy.
Black Sabbath - Dehumanizer Tour Set List In São Paulo
Mob Rules
Computer God
Children Of The Sea
Time Machine
War Pigs
Black Sabbath
Master Of Insanity
After All (The Dead)
Iron Man
Heaven And Hell
I
Die Young
Guitar Solo
Orchid
TV Crimes
Drum Solo
Sabbath Bloody Sabbath (Instrumental)
Neon Knights
Dates:
Jun 23 1992São Paulo Olympia Hall
Jun 24 1992São Paulo Olympia Hall
Jun 27 1992São Paulo Pista Do Ibirapuera Aired on Brazilian TV
Frente e Verso da camiseta oficial da turnê
BLACK SABBATH : The Master Of Insanity Live At Ibirapuera São Paulo 1992
BLACK SABBATH : Interview At Furia Metal São Paulo Broadcasting
O Black Sabbath é um dos Monstros Sagrados do Rock e do Heavy Metal.
Eterno em nossa lembrança e no Panteão dos Deuses do Rock.
Longa Vida ao Black Sabbath !
Longa Vida ao rock And Roll !
SCORPIONS : Moment Of Glory : Ao Vivo com a Orquestra Filarmônica de Berlin 2000
Moment of Glory é um álbum gravado pela banda Scorpions junto com a Berliner Philharmonicer Orchestra, assim como outras grandes bandas de rock fizeram, como o Metallica, que gravou com a orquestra de São Francisco e Dream Theater, que gravou com a orquestra intitulada Octavarium.
O álbum foi lançado após o álbum Eye II Eye, e contou com uma nova versão de grandes sucessos da banda, como "Rock You Like a Hurricane", titulado "Hurricane 2000". Porém, predominam as já consagradas baladas como "Send me an angel", "Wind of Change" e "Still Loving You", além das inéditas "Moment of Glory" e "Here In My Heart.
Capa do DVD com o show.
O primeiro show feito a partir do álbum foi em Hannover, no mesmo ano de lançamento regida por Christian Kolonovits na Preusag Arena.
Capa do CD com o show.
Ainda naquele ano, durante a EXPO 2000 de Hannover, a banda gravou a performance ao vivo ao lado da Berliner Philharmoniker que foi lançada como o DVD "Moment of Glory Live".
Faixas
1. Hurricane 2000
2. Moment of Glory
3. Send Me An Angel
4. Wind of Change
5. Crossfire" (Instrumental)
6. Deadly Sting Suite" (Instrumental)
7. Here In My Heart
8. Still Loving You
9. Big City Nights
10. Lady Starlight
A Banda
Klaus Meine - Vocal
Rudolf Schenker - Guitarra
Matthias Jabs - Guitarra
James Kottak - Bateria
Ken Taylor - Baixo
Artistas convidados
Zucchero - Vocal ("Send Me an Angel")
Ray Wilson (dos Genesis) - Vocal ("Big City Nights")
Lyn Liechty - Vocal ("Here in My Heart")
SCORPIONS : Here In My Heart With Berlin Philharmonic Orchestra 2000
SCORPIONS : Rock You Like A Hurricane With Berlin Philharmonic Orchestra 2000
SCORPION : Still Loving You With Berlin Philharmonic Orchestra 2000
SCORPIONS : Wind Of Change With Berlin Philharmonic Orchestra 2000
SCORPIONS : Moment Of Glory With Berlion Philharmonic Orchestra 2000
Moment Of Glory
Momento de Glória
A moment of glory called evolution
Could I see the world with the eyes of a child
A new beginning, a moment of freedom
Like angels are singing a song full of joy
Um momento de glória chamado evolução
Poderei ver o mundo com os olhos de uma criança?
Um novo começo, um momento de liberdade
Como anjos estão cantando uma canção cheia de alegria,
This side of heaven
Belongs to the children
I will be there, when the future arrives
Este lado do céu
Pertence as crianças,
Eu estarei lá, quando o futuro chegar
A moment of glory called evolution
Could I fly away like a bird in the sky
No limitation, a new inspiration
A world that is free just as free as my mind
Um momento de gloria chamada evolução
Poderei voar como os pássaros no céu?
Nenhuma limitação, uma nova inspiração
Um mundo que é livre, tão livre quanto minha mente.
Communication
A new destination
The planet of visions is calling tonight
Comunicação
Um novo destino
Um planeta de visões esta chamando esta noite
Another thousand years seems so long
I'm just a passenger
And the ride has just begun
Outros dois mil anos estão tão longe
Sou apenas um passageiro
E a caminhada apenas começou
Moment of glory
Momento de glória
A moment of glory called evolution
Could I see the world with the eyes of a child
A new beginning, a moment of freedom
Like angels are singing a song full of joy
Momento de glória chamada revolução
Poderei ver o mundo com os olhos de uma criança?
Um novo começo, um momento de liberdade.
Como anjos estão cantando uma canção cheia de alegria
This side of heaven
Belongs to the children
I will be there, when the future arrives
Este lado do céu
Pertence as crianças
Eu estarei lá, quando o futuro chegar
Moment of glory
Moment of glory
Moment of glory
Moment of glory
Momento de glória
Momento de glória
Momento de glória
Momento de glória
SCORPIONS : Grande Banda, Lindas Canções num Espetáculo Fantástico !
Longa Vida ao Scorpions !
Longa Vida ao rock And Roll !
SCORPIONS : Tokyo Tapes – Um dos mais importantes Discos Ao Vivo da História do Rock !
Tokyo Tapes é um álbum ao vivo da banda alemã Scorpions, lançado em fevereiro de 1979. Foi lançado apenas na Europa e nos Estados Unidos. O disco foi gravado durante uma apresentação da banda em Tóquio.
A turnê pelo Japão do álbum Taken by Force serviu como registro de despedida de Uli Jon Roth do Scorpions. Com um set-list poderoso, com faixas como "Pictured Life", "In Trance", "Fly to the Rainbow" e "In Search of Peace of Mind", Tokyo Tapes é um resumo perfeito da década de 1970 do Scorpions.
O álbum conta com uma faixa inédita "All Night Long" que virou o single homônimo e dois covers de clássicos do rock n' roll: Hound Dog & Long Tall Sally.
Além dessas, há uma homenagem ao público japonês com Kojo No Tsuki, famosa canção local.
Sem dúvidas, uma das melhores compilações de clássicos de toda a carreira do Scorpions. Em 2001, Tokyo Tapes ganhou uma versão remasterizada.
Frente e Verso do disco
Fase de ouro dessa banda alemã, logo após esse disco, se desliga do grupo o guitarrista Uli Jon Roth e com isso o Scorpions entra na fase "anos 80".
Músicos
Klaus Meine - Vocal
Ulrich Roth - Guitarra
Rudolf Schenker - Guitarra rítmica, vocais
Francis Buchholz - baixo, vocais
Herman Rarebell - Bateria, percussão
SCORPIONS : We’ll Burn The Sky Live At Tokyo Tapes 1978
SCORPIONS : He’s A Woman,She’s A Man Live At Tokyo Tapes 1978
SCORPIONS : Polar Nights Live At Tokyo Tapes 1978
SCORPIONS : In Trance Live At Tokyo Tapes 1978
SCORPIONS : Fly To The Rainbow Live At Tokyo Tapes 1978
SCORPIONS : Steamrock Fever Live At Tokyo Tapes 1978
SCORPIONS : Pictured Life Live At Tokyo Tapes 1978
SCORPIONS : Top Of The Bill Live At Tokyo Tapes 1978
ULI JON ROTH
Ulrich Hans Joachim Anton Josef Roth (18 de dezembro de 1954 em Düsseldorf, Alemanha), também conhecido como Uli Jon Roth, é um guitarrista elétrico e um dos primeiros a contribuir para o gênero metal neoclássico.
Ex-guitarrista da banda Scorpions e do Electric Sun. Entrou no Scorpions em 1973 para substituir o Excelente guitarrista prodígio Michael Schenker (Ex-UFO e irmão mais novo de Rudolf Schenker), que havia gravado o primeiro álbum da banda (Lonesome Crow) com apenas 16 anos de idade. Realizou álbuns e também vocais de considerável potência.
Nesta época ele gravou com os Scorpions, Fly to the Rainbow (1974), In Trance (1975), Virgin Killer (1976) e Taken by Force (1977) além do albúm "ao vivo" no Japão, Tokyo Tapes (1978). Em 1978, Roth deixa o Scorpions devido à problemas com os outros integrantes da banda por não concordar com a direção de Lovedrive (1979). Após sua saída, Uli forma o Electric Sun onde permanece até meados da década de 1980.
Uli Roth tocou a última vez com os Scorpions em 2006 no Wacken Open Air. Ele fez uma participação especial na apresentação da banda no festival, tocando 3 músicas: "Pictured Life", "Speedy's Coming" e "We'll Burn The Sky", ambas da época de Uli Roth no elenco da banda. Para aqueles que são fãs de Scorpions, a apresentação da banda foi nostálgica, pois além de contar com a presença de Roth, também estiveram presentes o primeiro guitarrista da banda, irmão mais novo de Rudolf Schenker, Michael Schenker e o baterista Herman Rarebell, que ajudou a compôr diversas músicas da banda.
SCORPIONS : We’ll Burn In The Sky Live At Musikladen
O Scorpions é uma das Grandes Bandas do Rock de todos os tempos, e tem lugar garantido no Panteão dos Grandes do Rock !
Longa Vida ao Scorpions !
Longa Vida ao Rock And Roll !
MOUNTAIN : Um verdadeiro ícone do Rock dos velhos e bons tempos !
Mountain é uma banda de Blues Rock e Hard Rock norte-americana fundada em 1969 pelo guitarrista Leslie West e pelo produtor do Cream, o baixista Felix Pappalardi.
O grupo era um trio composto de Leslie West na guitarra, Felix Pappalardi no baixo e Corky Laing na bateria. O vocal cru de West, a bateria fluente de Laing e as linhas de baixo pesadas de Pappalardi formavam o som distintivo do Mountain.
O fantástico guitarrista Leslie West
A banda se apresentou no Festival de Woodstock mas não foi incluída no filme ou na trilha sonora. O Moutain recebeu uma certa aclamação da crítica mas nunca conseguiu alcançar sucesso comercial. A faixa título de seu álbum Nantucket Sleighrid foi usada como tema do programa britânico Weekend World, que foi transmitido entre 1972 e 1986. O Mountain tocava em alto volume, o que acabou prejudicando os ouvidos de Felix Pappalardi.
Felix Pappalardi e Leslie West : sonzeira de alta categoria
Entre 1972 e 1974 Leslie West e Corky Laing, juntamente com o baixista Jack Bruce, formaram um power trio - West, Bruce & Laing - e lançaram três álbuns (Why Dontcha, Whatever Turns You On e Live'N'Kickin').
Capa do ótimo disco Avalanche de 1974
A banda, atualmente, lança trabalhos esporádicos e excursiona pelos Estados Unidos.
O Mountain foi um poderosíssimo Power Trio, com músios absolutamente magníficos e na execução e criação em seus instrumentos, o que serviu de inspiração para muitos músicos que vieram após eles.
Jimi Hendrix sempre teve um especial respeito por Leslie West, e diziz que ele seria o melhor guitarrista do mundo.
Capa do disco ao vivo Twin Peaks de 1974 : um dos melhores da história do Rock
Infelizmente a banda teve uma vida curta, mas todo material produzido por ela é de extraordinária qualidade. Vale a pena ouvirmos todos seus discos, pois estaremos nos vendo de volta àquele tempo onde as músicas eram feitas apenas por inspiração, e não com “cheiro” industrial.
Discos de Estúdio
Climbing! (1970)
Nantucket Sleighride (1971)
Flowers of Evil (1971)
Avalanche (1974)
Go for Your Life (1985)
Man's World (1996)
Mystic Fire (2002)
Masters of War (2007)
Discos Ao Vivo
Mountain Live: The Road Goes Ever On (1972)
Twin Peaks (1974)
Ex-Membros
Felix Pappalardi - bass, lead vocals, keyboards ( 72 73 74)
Steve Knight - keyboards (69 72)
N.D. Smart - drums (69)
Allan Schwartzberg - drums (73)
Bob Mann - guitar, keyboards, backing vocals (73)
David Perry - guitar, backing vocals (73 74)
Mark Clarke - bass, vocals (84 85 95 98)
Richie Scarlett - bass, vocals (92 01 08)
Randy Coven - bass, vocals (93 94)
Noel Redding - bass (94 95)
Elvin Bishop - guitar, vocals (94)
Membros Atuais
Leslie West - lead vocals, guitar (69 72 73 74 81 85 92 98 01–presente)
Corky Laing - drums, percussion (69 72 73 74 81 85 92 98 01–presente)
Rev Jones - bass (08–presente)
MOUNTAIN : Nantucket Sleighride
MOUNTAIN : Mississipi Queen Live At Paris 1985
LESLIE WEST : Never IN My Life Live At Night Of The Guitar 1988
LESLIE WEST : Theme For An Imaginary Western Live At Night Of The Guitar 1988
MOUNTAIN : Dreams Of Milk And Honey Live At Filmore East 1970
MOUNTAIN : Southbound Train Live At Woodstock Festival 1969
MOUNTAIN : Nantucket Sleighride Live At Twin Peaks 1974
MOUNTAIN : Theme For An Imaginary Western With Felix Pappalardi 1970
MOUNTAIN : Never In My Life Live At Twin Peaks 1974
MOUNTAIN : For Yasgur's Farm Live At Twin Peaks 1974
O Mountain foi uma banda composta por músicos de extrema qualidade, com altas inspirações, nos brindando com músicas maravilhosas.