sábado, 13 de julho de 2013

Special Edition - 16. Dia Internacional do Rock

DIA INTERNACIONAL DO ROCK : Um dia feito para todos nós !


UM POUCO DE HISTÓRIA
Segundo historiadores, o marco zero do rock teria acontecido em julho de 1954, quando um caminhoneiro chamado Elvis Presley entrou no Sun Studios, em Memphis, e gravou "That’s Allright Mamma". 
Não! Elvis não inventou o rock. Antes dele, músicos como Chuck Berry e Bill Halley já faziam rock. Desde o fim dos anos 40, "rock’n’roll" era usado em letras de música como sinônimo de "dançar" ou "fazer amor". Em 1952, o radialista Alan Freed, que depois viria a reivindicar a criação do termo, batizou seu programa de Moondog’s Rock and Roll Party. 
A tarefa de Elvis não foi fácil: a sociedade norte-americana demorou bastante para aceitar aquele branco que cantava e dançava como um negro. Em uma de suas primeiras apresentações na TV, as câmeras o filmaram apenas da cintura para cima, sem mostrar aquele quadril que teimava em rebolar. Elvis, ao contrário de vários outros ídolos da época (como Pat Boone, por exemplo), nunca renegou a origem de sua música. "O que eu faço não é novidade", disse. "Os negros vêm cantando e dançando dessa forma há muito tempo." 
Sim, o rock’n’roll é música negra. Como o blues, o soul e o funk, o rock nasceu da escravidão e tem suas origens na migração forçada de milhões de africanos, que foram tirados de suas aldeias e jogados em terras estranhas. Todos esses gêneros musicais têm duas características comuns, herdadas da África: a primeira é a predominância de uma base rítmica constante e repetitiva; a segunda é a utilização da música de uma forma emocional e espiritual. Os escravos cantavam para celebrar sua espiritualidade, seus ancestrais, as mazelas da escravidão, estabelecendo assim uma relação direta entre sua música e a realidade social. O rock herdou essa capacidade de radiografar o presente. 
Na época, a sociedade americana começava a abandonar preconceitos seculares. De uma certa forma, a explosão do rock simbolizou uma América nova, mais liberal, próspera e livre das dificuldades econômicas do pós-guerra. Adolescentes brancos começaram a curtir uma música antes relegada a salões de baile nos bairros negros e pobres. 
O rock’n’roll não mudou a sociedade, mas serviu como espelho de mudanças e tendências. Claro que ninguém deixou de ser racista ao ouvir Elvis Presley cantando música "de negros", mas o simples fato de Elvis aparecer em cadeia nacional, rebolando os quadris e celebrando uma cultura marginal, mostrava que o país estava mudando. 


ADOLESCENTES DISSEMINADORES DO ROCK 
Paralelamente ao surgimento do rock, a sociedade norte-americana via o aparecimento de outro fenômeno, que se tornaria vital para a explosão do rock’n’roll: o adolescente. 
Até meados do século 20, adolescentes tiveram uma vida dura nos Estados Unidos. O país havia passado por duas guerras mundiais e pela Grande Depressão; ser jovem por lá significava trabalhar duro e ajudar os pais a sustentar a casa. 
Depois da Segunda Guerra, tudo mudou: os Estados Unidos entraram numa fase de prosperidade, a economia cresceu e os adolescentes, que antes davam duro ajudando os pais, passaram a receber mesada. Isso criou um novo mercado, voltado unicamente para o jovem. 
Hollywood logo entrou na onda, lançando filmes direcionados aos adolescentes. Dois deles, O Selvagem (1954) e Rebelde sem Causa (1955), revelaram Marlon Brando e James Dean interpretando jovens em conflito com a geração de seus pais. A rebeldia estava na moda. Daí surgiu Elvis Presley, dando voz a uma geração cansada da caretice dos pais. 
A sociedade de consumo não demorou para perceber o potencial do filão jovem. Foi só aí que o rock explodiu na América. Foram filmes, revistas, livros, badulaques, calendários e todo tipo de bugiganga direcionada aos novos consumidores. Elvis, o rebelde, tornou-se uma figura tão familiar aos lares americanos quanto o presidente Eisenhower. 


AMADURECIMENTO DO ROCK 
A influência dos Beatles é incalculável. Musicalmente, eles elevaram o rock a um nível até hoje inigualado, estabelecendo parâmetros e modelos para toda a música pop. Suas experimentações abriram novas possibilidades sonoras e ampliaram os horizontes musicais das gerações posteriores. Culturalmente, eles foram igualmente importantes: carismáticos, irreverentes e cheios de sex-appeal, eles surgiram no mundo como um sopro renovador, obliterando a caretice da década de 50 e inaugurando uma era mais livre e esperançosa: os anos 60. 
O rock democratizou a música pop. Subitamente, qualquer um podia subir em um palco e cantar. Elvis, um caipira ignorante, passou a freqüentar as paradas de sucesso ao lado de Frank Sinatra e Nat King Cole (dá até para entender por que Sinatra, acostumado a trabalhar com músicos experientes, não aceitou o novo estilo: "rock’n’roll é a coisa mais brutal, feia e degenerada que eu já tive o desprazer de ouvir", disse o "olhos azuis"). 
Essa "democracia" do rock teve um efeito imediato: os artistas ficaram cada vez mais parecidos com seu público, tanto em idade quanto em classe social. Os jovens passaram a se identificar mais com seus ídolos, estabelecendo uma relação mais próxima com a música. O rock também passou a buscar na sociedade ( especialmente nos jovens ) os temas de suas canções. Essa troca fez do rock a música mais popular e culturalmente impactante do século 20. 


GERAÇÃO MTV 
Para muitos, esse estreitamento entre artista e público também causa um declínio gradual na qualidade da música. A cada ano, um número maior de pessoas sem treinamento musical tem acesso a tecnologias de composição e gravação. Hoje, aparelhos como samplers e placas de som permitem a qualquer um gravar um disco em casa. E popularização raramente é sinônimo de qualidade. 
O fato é que nenhuma outra música esteve tão sintonizada com a realidade de seu tempo quanto o rock. Desde os anos 50, ele passou a ser um espelho da sociedade, refletindo a moda, o comportamento e as atitudes dos jovens. Isso fez do rock uma música com prazo de validade, ou seja, tão ligada no "hoje" que corre o risco de sair de moda rapidamente, junto com os temas abordados (para confirmar, basta assistir a qualquer videoclipe de dez anos atrás). 
Isso cria situações interessantes: o que é "bacana" e "moderno" para uma geração torna-se ultrapassado para a próxima. Sendo um gênero que se alimenta sempre do novo, o rock’n’roll gera conflito entre seus fãs. Um movimento surge como resposta ao anterior e assim por diante, numa renovação incansável. 
Esses conflitos, mais que interessantes, são necessários: sem eles, estaríamos condenados à eterna repetição. Foi a partir desses "rachas" que nasceram alguns dos movimentos mais influentes do rock, como o punk, basicamente uma reação ao comercialismo e à pompa do rock dos anos 70, que havia perdido a identificação com as gerações mais novas. Ao contrário do que ocorria antes do rock’n’roll, agora ficou fora de moda curtir a mesma música que os pais. Mas isso é cíclico, claro: com o passar dos anos, a indústria descobriu o potencial do saudosismo. Hoje, temos canais de televisão que vivem de reembalar artistas velhos como se fossem a última novidade. E veteranos como o Aerosmith, por exemplo que, graças a seus clipes na MTV, reinventam-se para um público que nem era nascido quando eles faziam sua melhor música. 
A nova geração de roqueiros repete o comportamento da anterior com novas versões "repaginadas", e mesmo assim, representam mais que a simples paixão por uma banda ou artista: tornaram-se símbolos de um estado de espírito e de um jeito de ser. A iconografia, claro, reduz tudo a seu nível mais rasteiro e um artista como Kurt Cobain, autor de dezenas de músicas, acabou reduzido a garoto-propaganda do suicídio e da alienação adolescente. John Lennon foi assassinado e virou "marca", transformado, como Gandhi, em símbolo de paz e amor. 
Talvez seja essa a razão de seu sucesso. Como bem disse Gene Simmons, do Kiss: "Eu não sou Shakespeare. Mas ganhei muita grana e transei com mais de 4 mil mulheres. Tenho certeza de que Shakespeare trocaria de lugar comigo a qualquer hora". Quem duvida? 


DIA MUNDIAL DO ROCK
O dia 13 de julho de 1985 foi palco de um festival memorável: o Live-Aid (algo como "Ajuda ao vivo"), em prol das inúmeras pessoas que passam fome na África. 
O evento foi iniciativa do músico irlandês Bob Geldof, integrante da banda Boomtown Rats, que ficou chocado ao ver o documentário Fome na Etiópia, em que os famintos não tinham forças nem para espantar, do próprio corpo, as moscas que os rodeavam. 


O festival contou com a participação de artistas renomados como Mick Jagger, Tina Turner, Madonna, David Bowie, Sting, Phil Collings, Queen, Eric Clapton, Elton John, Paul McCartney, Jimmy Page, Robert Plant, além das bandas U2, Ozzy Osbourne e The Who, entre outros. 
Os shows aconteceram simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos. Cerca de 170 mil pessoas participaram da maratona musical – 70 mil na Inglaterra e 100 mil nos Estados Unidos, enquanto 1,5 bilhão de pessoas assistiram tudo pela TV. 
Com a venda de ingressos a 35 dólares e a venda dos direitos de transmissão a 160 países, o espetáculo conseguiu arrecadar cerca de 70 milhões de dólares, certamente uma cifra considerável. Depois dele, outros festivais com essa mesma consciência social ocorreram na década de 80 como o U.S.A. For Africa, Live Aid, Farm Aid, Hear 'n' Aid, Artists Against Apartheid e o Amnesty International, reunindo sempre grandes nomes do mundo pop e rock. A data foi para lembrar que o rock também sabe ser solidário. 

Bob Geldorf o idealizador do show.

Fontes: Super Interessante
            Grito Alternativo ; Rock Online


Abaixo relaciono uma série de músicos, bandas e músicas que tiveram grande importância na história do Rock, e é claro que não conseguirei reunir todos aqueles que foram influentes e importantes, pois o Rock é infinito, mas que estes os quais abaixo relaciono sejam portadores e representantes daquilo que o Rock faz com absoluta maestria: trazer alívio para nossos ouvidos e nos fazer mais felizes !
Vamos curtir o Rock desses gênios e Deuses !

FELIZ DIA DO ROCK A TODOS OS ROCKEIROS !
FELIZ DIA DO ROCK ESPECIAL A TODOS OS ASTRO-ROCKERS QUE NOS BRINDAM COM SUAS VISITAS NESTE PLANETA ROCK !
LONGA VIDA AO ROCK AND ROLL !


LIVE AID : Queen - Bohemian Rhapsody (Intro) & Radio Ga Ga 1985


ROBERT JOHNSON : Crossroad


B.B.KING : Everyday I Have The Blues Live At Farm Aid 1985


ELVIS PRESLEY : Suspicious Minds Live In Las Vegas


CHUCK BERRY : Johnny B. Goode Live


CREAM : Sunshine Of Your Love Live 1993


JIMI HENDRIX : Hey Joe Live At Monterey Pop Festival


THE DOORS : Light My Fire Live In Europe 1968


THE ROLLING STONES : It’s Only Rock’N’Roll ( But I Like It )


JEFF BECK & ROD STEWART : People Get Ready


LED ZEPPELIN : Rock And Roll Live 1973


BLACK SABBATH : War Pigs Live At Never Say Die Tour 1978


DEEP PURPLE : Burn Live At California Jam 1974


SCORPIONS : We’ll Burn The Sky Live Japan 1979


ALICE COOPER : School’s Out Brutally Live


THIN LIZZY : The Sun Goes Down Live At The Regal Theatre Hitchin 1983


FOCUS : Silvia & Hocus Pocus Live At BBC Old Grey Whistle Test 1972


PINK FLOYD : Echoes Live At Pompeii


GENESIS : The Musical Box Live 1973


RUSH : Tom Sawyer Live


SAXON : Wheel Of Steel Live In Wacken 2009


JETHRO TULL : Aqualung Live 1980


LYNYRD SKYNYRD : Simple Man Live


GOV’T MULE : Bad Little Dog Live


POINT BLANK : My Soul Cries Out Live In Paris 2010


HANOI ROCKS : Tragedy Live In Tokyo 2002


THE WINERY DOGS : Elevate Music Video


INTERSTATE BLUES : Adrenaline Twelve


JORN : Out To Every Nation Live 2006


RATA BLANCA : Volviendo a Casa In Vivo En Obras 2003


CASA DAS MÁQUINAS : Casa de Rock


O TERÇO : Criaturas da Noite Ao Vivo 2012


SOM NOSSO DE CADA DIA : Bem No Fim 1977


THE BLUES RIDERS : Deixa o Rock Rolar Ao Vivo 2012


PATRULHA DO ESPAÇO : Festa do Rock Ao Vivo no Manifesto Bar 2013


MADE IN BRAZL : Minha Vida é o Rock’n’Roll no Estúdio Showlivre 2012


Obrigado ao Rock And Roll por nos dar sua alma para que possamos continuar sobrevivendo !
Salve o Rock And Roll !
Salve todos nosso heróis; os das guitarras, os dos contrabaixos, os dos vocais, os dos teclados, os das baterias, os dos backing vocals, os poetas, os que fazem as artes das capas e cartazes de Rock, os que fazem as fotografias dos discos e encartes de Rock, os que fazem a iluminação dos palcos, os que fazem os palcos, os que cuidam do som, os que cuidam dos instrumentos, todos os Roadies Crews, enfim :


AC DC : For Those About To Rock Live At Donington


RESPEITE O ROCK : 13 de julho - Dia Internacional do Rock



quinta-feira, 11 de julho de 2013

The Crazy Drum - 4. Sandy West

SANDY WEST : Uma Grande e Ousada Baterista numa Banda Pioneira !


Sandy West (10 de julho de 1959 – 21 de outubro de 2006) foi uma baterista e compositora estadunidense. Ela foi saudada por vários fãs e críticos por ser uma baterista que trouxe inovações1 . Ela foi a primeira mulher baterista a angariar popularidade e aclamação da crítica na área do rock, e foi também uma das membras fundadora da banda The Runaways, uma banda de Rock and Roll, formada nos anos 70, que tinha apenas mulheres na sua formação.


COMEÇO
Sandy nasceu em Long Beach, California. Quando ela tinha apenas 9 anos de idade, seu avô comprou a ela uma bateria, e, por ser uma ávida fã de rock anos 60, ela começou a praticar imediatamente. Ela provou ter um talento natural e não demorou muito para que ela se tornasse uma baterista veloz e proficiente.

THE RUNAWAYS
Guiada por sua ambição de ser uma baterista profissional, ela procurou por diversos músicos no sul da Califórnia, com a idéia de formar uma banda de rock formada apenas por mulheres. Em 1975, ela conheceu o produtor Kim Fowley, que deu para ela o número do telefone de uma jovem garota que também queria formar uma banda, a guitarrista Joan Jett. Quando Joan e Sandy encontraram-se logo em seguida (Joan pegou um ônibus para a casa de Sandy para fazer um ensaio), elas perceberam que uma energia palpável aconteceu entre elas, e o inícido do Runaways, sem dúvida alguma, ocorreu naquele dia. As garotas, consequentemente, tocaram algumas músicas para Fowley, que concordou em ajudá-las a encontrar outras garotas para completar a banda. Foi então que Lita Ford e Cherie Currie juntaram-se a elas.


PERÍODO PÓS RUNAWAYS
Após quatro anos de gravações e turnês por todo o mundo, inclusive no Japão, onde a banda havia conseguido certo prestígio, o Runaways acabou em 1979. Como ocorre frequentemente no mundo da indústria musical, as garotas, incluindo Sandy, não saíram bem financeiramente, mesmo com todo o material produzido. Sandy fez diversas tentativas para continuar sua carreira como baterista profissional, tocando em várias bandas pelo sul da Califórnia, lançando um álbum solo intitulado "The Beat is Back", em bom português, algo como "A Batida Está de Volta", e formando a "The Sandy West Band". Entretanto nenhum desses empreendimentos produzidos trouxe rendimentos produtivos, obrigando Sandy a gastar muito tempo de sua vida pós-Runaways trabalhando fora do ramo musical.
Sandy apareceu no filme Edgeplay, um documentário sobre o The Runaways produzido e dirigido pela baixista da banda, Victory Tischler-Blue. Nas entrevistas que Sandy deu ao documentário, ela conta todas as coisas que ela precisou fazer por dinheiro. Ela trabalhou a maior parte do seu tempo em construção, e, por um período menor de tempo, trabalhou como bartender e assistente de veterinário. Na entrevista, ela conta também que já cometeu coisas terríveis por causa de dinheiro, e que inclusive quebrou o braço de uma pessoa por causa do dinheiro que devia.


Em 2005, Sandy foi diagnosticada com câncer de pulmão, que mais tarde acabou espalhando-se por seu cérebro. Sandy faleceu no dia 21 de outubro de 2006, aos 47 anos. Joan Jett falou a respeito de sua morte: “Nós dividimos o sonho de ser apenas garotas tocando Rock and Roll. Sandy foi uma baterista exuberante e poderosa”, e adicionou “Eu estou superando a perda da minha amiga. Eu sempre disse a ela que nós mudamos o mundo.”


Cherie Currie, a vocalista inicial do The Runaways, completou: "Sandy West foi tranquilamente a melhor mulher baterista em toda a história do Rock and Roll. Ninguém competia ou chegava perto dela. Mas a coisa mais importante era o seu coração. Sandy West adorava seus fãs, seus amigos e sua família. Ela faria qualquer coisa pelas pessoas que ela amava. Subir aos palcos novamente nunca mais será a mesma coisa para mim, pois Sandy West era a melhor e eu sentirei falta dela."
Sandy West foi revivida no filme "The Runaways" de 2010. Ela foi interpretada pela atriz Stella Maeve, juntamente com Kristen Stewart, Dakota Fanning e Scout Taylor-Compton, que interpretam Joan Jett, Cherie Currie e Lita Ford, respectivamente.
Fonte: Wikipedia  

  
THE RUNAWAYS : I Love Playin' With Fire 


THE RUNAWAYS : Hollywood


CHERIE CURRIE AND SANDY WEST : American Nights And Cherry Bomb 


THE RUNAWAYS : Saturday Night Special


CHERIE SANDY WEST MEMORIAL 


THE RUNAWAYS : Rock'N'Roll 


JOAN JETT : Sandy West Tribute


SANDY WEST TRIBUTE


Sandy West foi uma grande baterista, que desde cedo tinha o dom do ritmo.
Participou de uma banda pioneira, e sempre será lembrada com uma das grandes bateristas de toda história do Rock.
Longa Vida a Sandy West !
Longa Vida ao rock And Roll !


segunda-feira, 8 de julho de 2013

The Rock's Hidden Treasures - 26. Hard Meat

HARD MEAT : A Psicodelia e o Progressivo Inglês se fundindo em Aço Forte !


Hard Meat foi uma banda inglêsa que misturava um pouco de Rock Progressivo e de Folk Rock, era lidarada pelos irmãos Mick ( guitarra e vocal ) e Steve Dolan ( baixo e vocal ), e eram acompanhados por um colega deescola, Mike Carless ( bateria e percussão ).


O trio lançou dois álbuns pela Warner Brothers em 1970, um de nome “Hard Meat” e o outro de nome “Through A Windows”. As vendas dos discos causaram a ruptura da banda.


HARD MEAT : New Day 1970


HARD MEAT : On The Road 1970


HARD MEAT : I Want You 1970


HARD MEAT : Smile As You Go Under 1970



O Hard Meat faz um som bastante calcado na psicodelia e no progressivo, e suas músicas são intensas e muito bem elaboradas. Teria um grande sucesso caso fossem bem divulgados.
Longa Vida ao Hard Meat !
Longa Vida ao Rock And Roll !

domingo, 7 de julho de 2013

Special Edition - 15. Syd Barret

SYD BARRET : Sete Anos que o Gênio voltou às Esferas Celestes


Roger Keith Barrett, mais conhecido como Syd Barrett (Cambridge, 6 de Janeiro de 1946 — Cambridge, 7 de Julho de 2006) foi um cantor, produtor, guitarrista e pintor inglês, mais lembrado como um dos fundadores do Pink Floyd. Vieram de Barrett as principais ideias musicais e estilísticas daquela que, então, era uma banda de rock psicodélico, assim como o nome do grupo. Todavia, especulações sobre sua deterioração mental, agravada pelo exagerado uso de drogas, levaram à sua saída da banda, em 1968.
Além de ser um dos pioneiros do rock psicodélico, com as suas expressivas linhas de guitarra e composições imaginativas, Barrett também foi um dos pioneiros do space rock e do folk psicodélico. Esteve ativo enquanto músico por apenas sete anos, gravando, com o Pink Floyd, quatro singles, dois álbuns e diversas músicas não lançadas; como artista solo, lançou um single e três álbuns, até entrar em reclusão autoimposta, que durou mais de trinta anos.
Em sua vida pós-música, ele continuou pintando e se dedicou à jardinagem. Nunca mais voltou a público. Barrett morreu em 2006, por complicações advindas de Diabetes. Diversas biografias foram escritas sobre ele desde os anos 80, e o Pink Floyd escreveu e gravou inúmeros tributos a ele após sua saída do grupo, sendo o mais conhecido deles o álbum Wish You Were Here, de 1975. Em 1996, ele foi induzido ao Hall da Fama do Rock and Roll, como membro do Pink Floyd.


SUA HISTÓRIA
Originalmente era o vocalista, guitarrista e principal compositor da banda Pink Floyd, principalmente no seu primeiro álbum The piper at the gates of dawn (1967). Foi também o autor dos singles "See Emily Play" e "Arnold Layne", e ainda de dois álbuns solo. Foi também um guitarrista inovador, um dos primeiros a explorar completamente as capacidades sonoras da distorção e especialmente da recém desenvolvida máquina de eco.


Embora a sua atividade na música tenha sido reduzida, a sua influência nos músicos dos anos 60 (e das gerações seguintes) especialmente no Pink Floyd, foi profunda.
À medida que a popularidade dos Floyd aumentava, assim como o consumo de drogas psicotrópicas por parte de Syd (especialmente LSD), a sua apresentação nos concertos tornava-se mais e mais imprevisível e o seu comportamento geral um estorvo para o sucesso da banda. Os problemas chegaram ao clímax durante a primeira excursão do grupo pelos Estados Unidos no fim de 1967, Syd começou a ficar extremamente difícil e cada vez mais ausente; tendo essa ausência e o seu estranho comportamento começado a causar problemas ao grupo.


Numa ocasião famosa, no programa de televisão de Pat Boone, recusou-se a fingir que atuava, ficando parado, braços caídos ao longo do corpo e olhando fixamente para a câmara. Noutro incidente bem conhecido, diz-se que antes de entrar em palco Syd teria esmagado uma caixa inteira de tranquilizantes Mandrax, misturando-os com uma grande quantidade de creme para o cabelo Brylcreem, depois pôs a mistura sobre a cabeça e colocou-se por debaixo dos projetores de palco; a mistura viscosa derreteu e começou a escorrer pela sua cara dando a aparência desta se estar a derreter. Outra história diz que Syd apareceu no estúdio apresentando aos colegas uma música nova chamada Have You Got It Yet. Conforme ele ia ensinando a canção ao grupo tornou-se óbvio que ele mudava os acordes cada vez que a tocava, tornando impossível a sua aprendizagem.


Tem-se afirmado que os seus problemas com a droga não teriam sido apenas da sua responsabilidade, que ele era regularmente 'doseado' (drogado sem seu conhecimento) por "amigos" que lhe davam LSD todos os dias, embora antigos amigos de Syd Barrett tenham desmentido este facto num artigo sobre Barrett publicado no The Observer em 2002.
Quaisquer que fossem as causas, o que é certo é que passados apenas dois anos da formação do Pink Floyd, Barrett abandonou o grupo. Após ter gravado algumas partes do segundo álbum do Pink Floyd, A saucerful of secrets em 1968 - incluindo Jugband Blues, que faz referências óbvias à sua crescente indiferença em relação à banda - Barrett foi dispensado do grupo.


A intenção original era de que Barrett continuasse a contribuir para a escrita e gravação, e como ele era o principal compositor, havia a esperança que ele desempenhasse um papel semelhante ao do líder dos Beach Boys, Brian Wilson, que apesar de ter deixado de atuar ao vivo, tinha continuado a compor para o grupo. Mas Syd contribuía cada vez menos e o seu comportamento era cada vez mais errático, de tal forma que os outros membros do grupo deixaram de convidá-lo para os concertos e sessões de gravação.
O grupo contratou um velho amigo de Cambridge, guitarrista, David Gilmour, para primeiro auxiliar a banda e depois substituir Syd nos concertos, mas depressa se tornou óbvio que Syd nunca mais voltaria. A transição foi fácil pelo fato de Gilmour ser capaz de ocupar o lugar de Syd (foi Gilmour quem ensinou Barrett a tocar guitarra) e que mesmo que ao seu estilo faltasse o experimentalismo atrevido pelo qual Syd era conhecido, era considerado um vocalista e compositor talentoso e um guitarrista dotado. Assim, Gilmour tornou-se um membro permanente da banda, com o baixista Roger Waters a tomar a liderança do grupo.
O declínio de Syd teve um profundo efeito na escrita de Gilmour e Waters, e o tema da doença mental e a sombra da desintegração de Syd penetrou nos três álbuns de maior sucesso do Pink Floyd, The dark side of the moon, Wish you were here e The wall.


Syd foi-se retirando do mundo da música aos poucos, embora tivesse feito uma breve carreira solo editando dois álbuns idiossincráticos mas bastante considerados The Madcap Laughs (1970) e Barrett (1971). A maior parte do material de ambos os álbuns terá sido escrito no seu período mais produtivo (fins de 1966 e princípio de 1967), acreditando-se que terá escrito muito pouco após ter deixado o Floyd.
O primeiro álbum apresenta fortes indícios do frágil estado de espiríto de Syd, com faixas como "Dark globe" a mostrarem claramente que, apesar de ele ter bom material para trabalhar, era praticamente incapaz de participar em algumas sessões. O segundo álbum mostra um maior esforço em conseguir um acabamento mais polido. Em ambos os álbuns Syd trabalhou com o empresário do Floyd, Peter Jenner, com Waters, Gilmour e com membros dos Soft Machine. Syd contribuiu também para a gravação do LP "Joy of a toy" de Kevin Ayers, embora a faixa em que ele tocou guitarra, "Religious Experience (singing a song in the morning)" não fosse comercializada até 2003.
Houve algumas sessões para um terceiro álbum que foram abortadas e que segundo se consta terminaram após Syd ter atacado um empregado do estúdio que lhe apresentou umas letras escritas a vermelho, e que Syd presumindo que se tratava de contas para pagar lhe teria mordido a mão. Syd passou muitos dos anos seguintes a pintar, e as poucas telas que ele deu ou vendeu são hoje muito valiosas. Syd continuou a pintar e muitas vezes a ouvir música, estando entre os seus favoritos os Rolling Stones, Booker T. & The MGs e compositores clássicos, não tendo dado nenhuma atenção a uma compilação do Pink Floyd que lhe foi oferecida.
Syd continuou a sofrer de doença mental, bem como de problemas físicos provocados por uma úlcera péptica; posteriormente foi-lhe diagnosticado diabetes. Foi ocasionalmente hospitalizado, existindo muita especulação entre os seus fãs e a imprensa sobre as causas desses internamentos. De acordo com um artigo publicado em The Observer em 2002, Syd não tomava qualquer medicação e especula-se que poderia sofrer de uma forma severa da Síndrome de Asperger. Pese o fato de Syd não ter aparecido ou falado publicamente desde 1973, o tempo não diminuiu o interesse na sua vida e obra, nem o interesse da imprensa na sua história; jornalistas e fãs continuaram a deslocar-se a Cambridge à sua procura, invadindo a sua privacidade.


O álbum de 1975 "Wish you were here" foi um tributo a Syd Barrett (que diz-se ter aparecido de surpresa numa sessão de gravação); a faixa "Shine on you crazy diamond", que abre e fecha o álbum, fala sobre Syd Barrett, conforme é reconhecido por alguns membros do Pink Floyd. A faixa " I know where Syd Barrett lives" de Television Personalities é outro tributo bem conhecido. Supostamente, Roger Waters, usou a partida de Barrett e a sua condição, como inspiração para o álbum The dark side of the moon, assim como, terá baseado o comportamento e personalidade de 'Pink', o principal personagem do filme The Wall, na vida real de Barrett.
Em 1988 a EMI editou "Opel", um álbum de material não editado de Barrett gravado em 1970. A EMI editou também "The best of Syd Barrett - Wouldn't you miss me?" no Reino Unido em 16 de Abril de 2001 e em 11 de Setembro do mesmo ano nos Estados Unidos.


Faleceu no dia 7 de Julho de 2006, em Cambridge, aos 60 anos de idade. As causas não foram confirmadas. Especula-se que tenha morrido por complicações relacionadas com a diabetes, enfermidade da qual sofria há anos, embora o jornal inglês The Guardian diga que a causa foi câncer . Apesar de seu funeral ter sido aguardado por inúmeros fãs, somente a família esteve presente na cerimônia.

Fonte: Wikipedia

SYD BARRET : Dark Globe


PINK FLOYD : Astronomy Domine Live At BBC 1967


SYD BARRET : Clip


ROGER WATERS : Shine On The Crazy Diamond Live


PINK FLOYD : Arnold Layne – Syd Barret Tribute


PINK FLOYD : Interestellar Overdrive Live Part I


PINK FLOYD : Interestellar Overdrive Live Part II


SYD BARRET : Interview With Roger Waters 1967


ROGER WATERS : Shine On The Crazy Diamond Live


Longa Vida a Syd Barret !
Longa Vida ao Rock And Roll !


sexta-feira, 5 de julho de 2013

New Band New Record - 15. The New Roses

THE NEW ROSES : Novidades Pesadas no Front Alemão !


A banda alemã The New Roses lança seu novo álbum chamado Without a Trace, após ter lançado um EP em dezembro de 2012.
Seu som é influenciado fundamentalmente pelo Aerosmith e The Black Crowes, mas não chegam exatamente a copiar o som dessas bandas, eles criam uma sonoridade que é inspirada nelas, mas seu som é próprio, e em alguns momentos lembra em muito o peso de bandas de Hard Rock da década de 70.
A música Devils Toys abre o disco de forma excepcional, com estilo bem rock and roll moderno; rápido e sujo com boas guitarras e melodia cativante. Exatamente para criar ( o que conseguem ) o clima certo para o desfile das demais músicas do disco.
As músicas seguintes são muito boas, e nos deparamos com a ótima My Hate Survives, muito pesada e com alguns efeitos interessantes de voz.
Algumas músicas mostram um grande groove, além de termos, no álbum, duas baladas, o que faz com que o disco seja diversificado, e muito agradável de ser ouvido.
A banda tem muita qualidade e criatividade, se continuarem no caminho teremos mais uma ótima banda para curtirmos.


THE NEW ROSES : Whiskey Nightmare Official Video


THE NEW ROSES : Medicine Man Official Video


THE NEW ROSES : It's A Long Way Official Video


THE NEW ROSES : Without A Trace Official Video


A banda The New Roses bebe de fontes sagradas, então já se encontram no caminho certo. O tempo vai dos dizer se serão grandes bandas que terão méritos para entrar no panteão das grandes bandas de Rock da história.
Longa Vida ao The New Roses !
Longa Vida ao rock And Roll !

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Happy Birthday Rockers - July


01/07/45 Deborah Harry
01/07/51 Fred Schneider (vocalista do B52's)
01/07/63 Roddy Bottum (tecladista do Faith No More)
02/07/61 Paul Geary (baterista do Extreme)
02/07/66 Dave (Bush)
04/07/58 Kirk Pengilly (guitarrista e tecladista do INXS)
05/07/50 Huey Lewis
06/07/25 Bill Haley
07/07/40 Ringo Starr
08/07/61 Andrew John Fletcher (tecladista do Depeche Mode)
09/07/46 Bon Scott (vocalista do AC/DC)
09/07/59 Marc Almond (vocalista do Soft Cell)
09/07/59 Jim Kerr (vocalista do Simple Minds)
09/07/64 Courtney Love (vocalista e guitarrista do Hole)
10/07/50 Ronnie James Dio
11/07/57 Peter Murphy (vocalista do Bauhaus)
11/07/59 Richie Sambora (guitarrista do Bon Jovi)
11/07/59 Suzanne Vega
12/07/50 Eric Carr (baterista do Kiss)
12/07/62 Dan Murphy (guitarrista e vocalista do Soul Asylum)
15/07/56 Ian Curtis (vocalista do Joy Division)
15/07/56 Marky Ramone (baterista do Ramones)
15/07/57 Joe Satriani
16/07/52 Stewart Copeland (baterista do Police)
16/07/71 Ed Kowalczyk (vocalista do Live)
17/07/49 Geezer Butler (baixista do Black Sabbath)
18/07/62 Jack Irons (ex-baterista do Pearl Jam)
19/07/47 Brian May (guitarrista do Queen)
20/07/47 Santana
20/07/56 Paul Cook (baterista do Sex Pistols)
20/07/66 Stone Gossard (guitarrista do Pearl Jam)
20/07/68 Dave Parsons (Bush)
20/07/64 Chris Cornell (vocalista do Soundgarden)
21/07/47 Cat Stevens
22/07/44 Richard Davies (vocalista e tecladista do Supertramp)
22/07/47 Don Henley (vocalista e baterista do Eagles)
22/07/65 Slash (ex-guitarrista do Guns n' Roses)
22/07/64 Willian Calhoun (baterista do Living Colour)
23/07/61 Martin Gore (guitarrista do Depeche Mode)
23/07/64 Nick Menza (baterista do Megadeth)
23/07/71 Chad Gracey (Live)
24/07/61 Gary Cherone (ex-vocalista do Van Halen e do Extreme)
26/07/43 Mick Jagger (vocalista do Rolling Stones)
26/07/49 Roger Taylor (baterista do Queen)
28/07/45 Ricky Wright (tecladista do Pink Floyd)
29/07/53 Geddy Lee (vocalista, baixista e tecladista do Rush)
31/07/57 Daniel Ash (guitarrista do Bauhaus)
31/07/58 Bill Berry (baterista do R.E.M.)