O Rock ´n` Roll é uma das chaves, uma das muitas, muitas chaves de uma vida complexa. Não fique se matando tentando todas as outras chaves. Sinta o Rock ´n` Roll, e então provavelmente você vai descobrir a melhor chave de todas - Pete Townshend
KING KING: A Banda que Abrirá os Shows do Black Country Communion
O King King é uma banda escocesa que lançou neste mês o seu quinto disco chamado Exile & Grace, o qual teve as mixagens realizadas por Chris Sheldon, que trabalhou com bandas como Foo Fighters, Feeder Therapy?, e é considerado como o melhor da banda.
Suas músicas são uma mescla muito bem elaborada de Blues e Rock, suas letras obedecem a um tema central, como diz Alan Nimmo o guitarrista e vocalista da banda:
- Há um tema subjacente no novo álbum, explica Alan. Algumas das músicas principais são sobre o estado do mundo, você sabe, esse belo planeta azul que está se transformando em um campo de batalha. Há uma sensação mais dramática e mais rockeira desta vez, mas você também possui as baladas comemorativas. Ainda é King King. É exatamente o que estamos fazendo agora.
O lançamento deste disco ocasionará ao King King a sua maior turnê pela Europa, como Alan diz:
- Nós decidimos dar esse salto, nós só precisamos acreditar nesse velho ditado do Wayne's World - se você o construir, eles virão. Eu acho que temos a ambição e o impulso para fazê-lo funcionar.
Qualquer um que tenha visto a banda ao vivo pode constatar sua qualidade musical, e não é por acasao que o Black Country Communion os convidou para serem sua banda de apoio.
King King é mais uma grande banda de Rock para nossos ouvidos.
Discografia
2011 – Take My Hand
2013 – Standing In The Shadows
2015 – Reaching For The Light
2016 – Live
2017 – Exile & Grace
Banda
Alan Nimmo - lead vocals, guitars
Bob Fridzema - keyboards, vocals
Lindsay Coulson - bass, vocals
Wayne Proctor – drums
King King - (She Don't) Gimme No Lovin' [Official]
King - Broken [Official]
King King - Rush Hour [Official]
O King King é mais uma grande banda com raízes na década de setenta.
Longa Vida ao King King!
Longa Vida ao Rock And Roll!
Entre os sonhos mais loucos que tivemos neste ano que se despede, surge a imagem gloriosa de Jimi Hendrix entre tantos Mitos e Heróis da Humanidade, numa posição de reflexão e expectativa.
Vista de cima, a terra parece azul !
Para quem se entregou, com o risco da própria vida, ao cultivo da paz e da fraternidade, na certeza de que a justiça social e a firmeza de propósitos seriam a medida certa para uma melhoria do padrão existencial, parece que os prognósticos não são dos mais positivos: descrença, desânimo, entre a hipocrisia e o egoísmo, o radicalismo e a miséria !
Todos esses ingredientes detonados por uma colossal bomba colocada sobre o dorso de um deslumbrante cavalo alado que com seu porte angustia e alivia ao mesmo tempo aos homens !
Mas sempre há quem tem a força suficiente para acreditar num futuro melhor; repleto de amor, de compreensão e de caridade!
Com muita Luz e muito Som, desses que se espalham pelos becos das grandes cidades do mundo vestidos de jeans, com os cabelos grandes, sentindo a pulsação do Planeta através dos seus elementos naturais, procurando preservá-los. E neste momento, sobre este signo de esperança, formado por uma Corrente Universal de Jovens, o semblante de Jimi se descontrai e ele sorri; um riso franco, paternal e a todos abraça, com suas asas, que são duas guitarras que vomitam o Fogo Eterno dos Justos!
LONGA VIDA A JIMI HENDRIX!
LONGA VIDA AO ROCK AND ROLL
O Planet Caravan deseja a todos os que curtem Rock que tenham um ótimo 2017 com muita saúde, paz, harmonia, amor e prosperidade, e, claro, MUITO ROCK AND ROLL.
Muitos me perguntam por que eu não uso as Roupas da Moda.
Muitos me perguntam por que eu não uso os Cortes de Cabelo da Moda.
Muitos me perguntam por que eu não uso o Sapato da Moda.
Muitos me perguntam por que eu não ouço a Música da Moda.
Muitos me perguntam por que eu não uso a Gíria da moda.
E eu respondo que eu uso tudo isso sim...
... mas não a Roupa da Moda que um estilista idolatrado pela mídia consumista, num repente esquizóide e por necessidade de maiores ganhos da indústria de roupas para manter sua fortuna sempre em alta, define com sendo a roupa certa para aquela temporada, a qual tem um início e um fim.
... mas não o Corte de Cabelo que um cabeleireiro, num dia de loucura onde decide que será famoso, e que resolve executar cortes aleatórios e malucos, ajeitando os cabelos de forma bizarras dizendo que aquilo era uma experimentação, definindo que esse cabelo seria determinante para a construção do cabelo ideal para aquela temporada, que também teria um período com um início e um fim.
... mas não o Sapato da Moda que foi resultado de uma noite de bebedeiras e que após isso um designer fez um desenho alucinado e determinou, a partir de então, que naquela temporada ele seria o definidor do bom gosto, e que se você não o utilizasse você estaria “fora da moda”, mas ele também teria um início e um fim.
... mas não a Música da Moda, a qual foi construída por um músico muitas vezes brilhante mas que ganhou uma boa soma de dinheiro para construir um ritmo e uma melodia fútil simples e fácil de degustar que iria determinar o modelo musical daquela época, definindo o padrão de consumo, e que serviria durante um período de tempo, portanto, também teria um início e um fim.
... mas não a Gíria da moda, a gíria criada por pessoas pseudo-intelectuais ou semi-alfabetizadas que, por inabilidade de se expressar dentro dos padrões lingüísticos corretos e também por uma pressa inexplicável em falar o mais rápido possível, criam palavras e jargões que destroem a língua pátria e que obriga a quem queira se comunicar com eles que aprenda essa “nova língua”, mas que também sofre com a ação do tempo por sua futilidade e duram um curto espaço de tempo, dando lugar a outras tão chulas como essas.
Eu uso a moda ditada por uma cultura que vem de longa data, que foi criada como um grito de lamento pelo cerceamento da liberdade e que com ela visava a sua libertação, a minha moda visa o crescimento e a liberdade do ser humano e, com isso, se presta a um maior inter-relacionamento entre todos os povos, o que irá culminar com a união de todos os seres vivos em uma única aldeia global, baseada em critérios morais, éticos e recheado com muito amor e respeito.
Eu uso calças de jeans, pois ela é muito mais que apenas uma vestimenta, ela representa a época de luta de jovens em torno de um ideal revolucionário que sonhava com a liberdade total e a igualdade entre todos, alguns dos quais morreram por isso quando lutavam por esses ideais de libertação.
Eu uso os cabelos longos e soltos aos ventos, para que simbolize a integração do ser humano à natureza que lhe cerca, trazendo mais harmonia e mais paz interior a todos nós, o que nos diz da humildade que precisamos ter em relação à natureza, pois ela já estava aqui quando nós viemos, e de quanto os seus rios são importantes para nós, do quanto que as arvores são essenciais para a vida, e de como o ar nos entrelaça numa grande massa única e interligada.
Eu uso tênis, pois ele me deixa mais perto do solo sagrado onde os nossos ancestrais estiveram, e por que também ele me mantém mais próximo de nossa Mãe Terra, de onde tiro parte de minha energia para continuar essa nossa luta.
Eu ouço Rock And Roll, pois o Rock é muito mais que música, ele é a soma de todas as artes que, juntas, conceituam todos os parâmetros para essa busca que fazemos em nosso dia-a-dia pela nossa elevação moral e espiritual e que um dia culminará com a união de todos.
A minha gíria é a gíria do amor, da felicidade, da busca pela elevação espiritual, ela representa a forma de transmitir o carinho e o amor entre todos nós, ela é respeitosa ela é suave e serena.
A minha moda é usada apenas como uma forma de expressão desta minha cultura, e não como uma simples manifestação de colocação ou conjunção social, ou de auto-afirmação perante a sociedade onde quero dizer que estou ou sou “atual”, mas que irá durar um curto espaço de tempo para em seguida dar lugar a outra completamente diferente, e claro, vazia de conceitos, pelo menos os morais.
A minha moda não distingue as pessoas, não seleciona quem tem dinheiro de quem não tem, não expõe mazelas, não precisa e nunca precisou de passarelas para ser anunciada, ela não é capa de revistas, mas ela é veiculada silenciosamente pelas ruas através de seus representantes: os Rockeiros.
A minha moda nunca discrimina quem quer que seja por isso ela usa a caveira como um de seus maiores símbolos, pois quando se olha uma caveira é impossível determinar se ela vem de um homem ou de uma mulher, de um branco ou de um negro, de um ocidental ou de um oriental, de um rico ou de um pobre, mas os que usam essa minha moda são tachados de drogados, viciados, vagabundos, loucos, adoradores de satã, somos chamados de “aqueles que curtem aquele barulho” por não conseguirem identificar os sinais que existem em nossa música.
Portanto, a minha moda teve um início, mas nunca terá um fim enquanto o mundo precisar de amor, de compreensão, de caridade, de liberdade, o Rock And Roll continuará mais vivo que nunca lutando por todos nós em busca da verdadeira aldeia global e do amor entre todas as criaturas.
LONGA VIDA AO ROCK AND ROLL! ... essa é a minha moda!
RAINBOW : Long Live Rock'n'Roll Live Munich 1977
KISS : Rock And Roll All Nite Live Rocks Vegas
ROLLING STONES : It's Only Rock 'n' Roll Live The Vault - LA Forum 1975
MADE IN BRAZIL : Minha Vida é o Rock'n'Rol Live Gillan's Inn Rock Bar 2015
Dizem que o amor pode operar verdadeiros milagres, a história de Andy e Lady Jane nos vem dar provas insofismáveis dessa teoria, nos mostrando que mesmo nas mais diversas situações, o amor entre duas pessoas pode causar modificações e transformar as pessoas em sua essência, a história desses dois personagens mexe com todos os nossos sentidos, ela é intensa, forte e marcante.
Andy teve uma infância muito dura, teve que se virar sozinho e crescer aprendendo sobre a vida com ela em curso, conhece sua maior paixão e ali tem início uma linda história, pois sua amada, Lady Jane, iria descortinar o mundo a Andy, e mostraria a ele a força e a profundidade do amor verdadeiro, e assim os dois desenvolvem uma paixão incomensurável, intensa, cheia de carinho e respeito, e assim trilham as linhas deste livro, recheado de amor, paixão, suspense, e de muito Rock And Roll.
Um Brilho nas Sombras é um romance que permeia a juventude e os desejos de dois jovens, em comungarem o amor eterno, esta história é uma homenagem à vida e ao amor verdadeiro, e é dedicada àqueles que amam de verdade, aos sonhadores e a todos os Rockers.
Abaixo algumas músicas que estão citadas no livro.
Um amigo de escola chamado Rich Mezger conversou com Jordan Macarus na primavera de 1977, perguntando se ele estava interessado em formar uma banda. Ele disse a Jordan que ele tinha um par de pessoas que gostariam de acompanha-los, eram eles Doug Brown e Dan Searight. Rich também falou aos dois que tinha um guitarrista interessado e que gostaria de fazer um teste para entrar para a banda, esse era Jordan.
Com Rich Mezger na bateria, todos pensavam que a banda teria seu começo, porém ele acabou entrando numa faculdade e acabou desistindo do projeto, assim Jordan, Doug e Dan começam a procurar por outro baterista.
Jordan e o sonoplasta Henry Myers, foram a uma loja de discos local em Downers Grove para colocarem um cartaz anunciando que estavam procurando baterista, e viram um anúncio de um baterista procurando por banda para poder tocar.
Eles seguiram as instruções do cartaz e foram em busca do Gerente da loja e encontram Steve Tsokatos, que era a pessoa que estavam procurando.
Após uma breve conversa se acertam para uma reunião no final de semana para uma jam sessions.
Uns dias após Steve aparece num fusca, que estava todo lotado pelas peças da bateria Octo Plus, quase não havia espaço no carro para ele dirigir, a jam resultou na formação do Winterhawk.
A banda ensaia muito durante cerca de dois meses, e fazem um show ao vivo no Aragon Ballroom de Chigaco, sendo este o primeiro de muitos que resultaram na fama da banda pelas redondezasa, onde era vista como sendo uma banda cult.
Dan Searight acabou saindo da banda sendo substituído por Steve Brown, e a banda se concentra nas performances ao vivo, voltando varias vezes ao Aragon para várias exibições.
O disco ao vivo “Hammer And The Axe” veio a partir dessa série de shows no Aragon.
Steve Brown deica a banda para seguir carreira como artista comercial, e a banda fica apenas com a formação de um trio, tocando nessa formação por cerca de dois anos, abrindo shows para diversas bandas como Jefferson Starship, Steppenwolf, Black Oak Arkansas, Budgie e várias outras.
Ao mesmo tempo, um amigo de longa data de Jordan, Chris Mazur, estava tocando em outra banda com o baterista Scott Benes. A relação profissional entre Doug e Jordan começou a se tornar difícil. Tornava-se claro que os objetivos pessoais e musicais estavam começando a ir em direções diferentes para Jordan e Doug.
A banda acaba explodindo, e Doug recrutou o baixista Malcolm Williamson eo baterista Scott Benes da banda Mutiny, a banda em que Chris estava tocando naquele momento. Doug convida Chris para juntar-se também, mas a lealdade de Chris era com Jordan.
Steve Tsokatos resolve dedicar seu tempo para começar uma família, Chris e Jordan decidem cursar a faculdade, e tornam-se companheiros de quarto na Northern Illinois University. O disco “Revival" nasceu ali.
Jordan e Chris começam a pensar sobre gravarem um disco. Eles ouviram várias gravações ao vivo Winterhawk, e fizeram uma lista de canções em potencial. Doug mostrou interesse no projeto, e sugeriu que Scott Benes tocasse bateria. A banda ensaiou por sete fins de semana com Chris na guitarra base, em seguida entram no Dr. CAW Studios em 17 de dezembro de 1981. A gravação foi concluída em 1 de Janeiro de 1982. Craig A. Williams assumiu a produção com Jordan e Chris auxiliando na mixagem final. O disco foi lançado em 1982 pelo selo próprio da banda e alcançou um status de cult entre oe colecionadores de hard rock e fãns da banda.
Formação Atual
Steve Vanaria : Vocais, Guitarra, Baixo
Chris Mazur : Guitarra, Baixo
Jordan Macarus : Vocais, Guitarra
Steve Tsokatos : Bateria, Vocais Secundários
Ex-membros
Dan Searight : Guitarra
Scott Benes : Bateria
Doug Brown : Vocais, Baixo
Malcolm Williamson : Baixo
Steve Brown : Guitarra Discografia
Revival - 1982
Good Golly Miss Molly - Rock and Roll Soldier - 1984
There and Back Again Live - 2002
Wind from the Sun - 2004
Dark Daze - Valhalla, Holla - 2011
Winterhawk : Period of Change (Revival 1982)
Winterhawk : There And Back Again (1978)
Winterhawk : Free To Live
Winterhawk : Hammer and the Axe
Winterhawk : Revival [Full Album]
O Winterhawk é uma banda espetacular, como sonoridade setentista clássica.