domingo, 6 de julho de 2014

The Women's In Rock : 10. Suzi Quatro

SUZI QUATRO : Uma mulher que ousou no Contrabaixo !


Suzi Quatro (nascida como Susan Kay Quatrocchio em 3 de Junho de 1950 em Detroit, Michigan)1 é uma cantora, baixista, personalidade da rádio e atriz norte-americana.
Ela teve uma série de hits de sucesso na década de 1970, que encontraram maior repercussão na Europa do que em sua terra natal, e, um papel recorrente na sitcom popular americana Happy Days.


Quatro nasceu em uma família católica e musical, em Detroit, Michigan. Seu pai, Art, um músico de jazz da época, era de ascendência italiana, enquanto sua mãe, Helen Sanislay, era húngara. Ela é a tia da atriz Sherilyn Fenn, cuja mãe é irmã de Arlene Quatro. Muitas fontes afirmam que o sobrenome de batismo de Quatro era Quatrocchio, mas segundo a sua autobiografia, o avô paterno (cujo nome era Quatrocchio) realmente encurtou o nome da família para "Quatro" antes de Suzi nascer. Quatro começou sua carreira musical na idade de quatorze anos. Ela tocou baixo nas bandas femininas Pleasure Seekers e Cradle com suas irmãs Patti, Nancy, e Arlene. Seu primeiro baixo foi um Fender Precision (1957), dado ela por seu pai. Patti Quatro mais tarde se juntou à banda Fanny, uma das primeiras bandas de rock só com mulheres para ganhar a atenção nacional. Ela tem um irmão, Michael Quatro, que também é músico.


Suzi Quatro mudou-se para o Reino Unido em 1971, após ser descoberta em Detroit pelo produtor musical Mickie Most, que produziu The Animals, Jeff Beck, Lulu e Donovan. Nesta época Most havia fundado sua própria gravadora, RAK Records, que fez estrelas como Hot Chocolate e Mud.


O primeiro single de Suzi, "Rolling Stone", não alcançou popularidade exceto em Portugal, onde chegou ao topo das paradas. Seu segundo single "Can the Can"(1973) foi um hit número um em todo Europa e Austrália, e foi seguido por mais três sucessos: "48 Crash"(1973), "Daytona Demon "(1973), e "Devil Gate Drive" (1974), todos pela RAK Records.


Essas gravações, no entanto, encontraram pouco sucesso em sua terra natal, EUA, apesar das turnês em meados dos anos 1970 e do apoio de Alice Cooper. Além disso, exceto na Austrália, a popularidade de Quatro e seu glam rock diminuiu a partir de 1975. Nesse ínterim, ela conseguiu alguns papeis de sucesso como atriz.


Ela é conhecida nos Estados Unidos por seu papel como Leather Tuscadero na série de TV Happy Days. Leather era a fronwoman de uma banda de rock feminina formada com a personagem principal, Joanie Cunningham.


DISCOGRAFIA
     Suzi Quatro (1973, Can the Can na Australia)
     Quatro (1974)
     Your Mamma Won't Like Me (1975)
     Aggro-Phobia (1976)
     Live And Kickin' (1977)
     If You Knew Suzi... (1978)
     Suzi... And Other Four Letter Words (1979)
     Rock Hard (1980)
     Main Attraction (1982)
     The Best Of... (1984)
     Oh Suzi Q. (1990)
     What Goes Around (1996)
     Unreleased Emotion (1998)
     Back To The Drive (2006)
     In The Spotlight (2011)


SUZI QUATRO : 48 Crash


SUZI QUATRO : Can The Can Live


SUZI QUATRO : Suicide Video Music


SUZI QUATRO : Rock Hard


SUZI QUATRO : She’s In Love With You Video Music


SUZI QUATRO & CHRIS NORMAN : Stumblin’ In Video Music


SUZI QUATRO : Live In Hamburg 2012


Suzi Quatro conseguiu emplacar no mundo da música, mesmo sendo baixista e cantora, o que não é muito comum, mas ela tem qualidades, e por este ato de bravura tem lugar garantido na galeria dos grandes do Rock. 
Longa Vida a Suzi Quatro !
Longa Vida ao Rock And Roll !




The Rock's Hidden Treasures - 43. Kruk

KRUK : Outra grande banda polonesa de sonoridade setentista !


Kruk ( que significa corvo na língua polonesa ), é uma banda de mais de uma década de existência, e que sempre abiu shows de grandes bandas, como Deep Purple, Santana, Uriah Heep dentre outras. Sua música é calcada na guitarra hard clássica e inspirada no som dos anos 70, conduzida por maestria por seu fundador e guitarrista Piotr Brzychcy.


A banda lança este ano seu quarto álbum, de nome Before, de excepcional qualidade, com músicas de altíssima qualidade.


A primeira música do disco, My Sinners, abre com um diálogo dinâmico entre o órgão Hammond e guitarra. Se alguém até este ponto estava pensando que Kruk iriam abandonar seu estilo hard rock dos anos 70 em favor de qualquer outra coisa, um monumental tema de abrertura carregado de guitarra prova que não é nada disso. Às vezes, essa faixa épica pode lembrar um do final dos anos 70 era do Rainbow (especialmente a forma vocal ligeiramente estilo Dio de Roman Kantoch, cantor atual da banda, assim como o solo de guitarra). No final, alguns ecos distantes de som que lembram muito o Deep Purple também podem ser ouvidos.


Este disco mostra uma banda madura e experiente, que consegue colocar as notas certas nos locais certos, montando um disco de ótima qualidade musical, que mostra todas as suas raízes e inspirações.
Before é um álbum muito sólido e consistente, de alta qualidade musical.


KRUK : In Reverie Featuring Doogie White


KRUK : Open Road


KRUK : Wings Of Dreams


KRUK : Child In Time Alive



Mais uma grande banda polonesa que bebe de fontes sagradas e faz um som setentista de alto gabarito.
Longa Vida ao Kruk !
Longa Vida ao Rock And Roll !

sábado, 5 de julho de 2014

Great Bands Great Songs - 40. Crosby Stills Nash & Young

CROSBY STILLS NASH & YOUNG : A suavidade do Folk com lindas melodias !


Crosby, Stills, Nash and Young é um supergrupo de folk rock surgido em 1969, os membros do grupo eram oriundos de outras bandas. A princípio a banda surgiu como um trio formado por David Crosby, Stephen Stills e Graham Nash. Com esta formação, lançaram o primeiro álbum e participaram do lendário Festival de Woodstock. Mas em 1970 o grupo desejou ter um quarto integrante e a primeira escolha, John Sebastian do Loving Spoonful, recusou o convite. Neil Young foi escolhido para ocupar o lugar antes oferecido a Sebastian.


O quarteto é conhecido por seus arranjos vocais contrastantes, letras bem elaboradas, estilo musical que varia entre o folk e pop melódico e relação de amor e ódio entre seus integrantes. Desde seu surgimento a banda já se separou mais de três vezes, mas Crosby, Stills, Nash e Young sempre voltaram a tocar juntos, tanto é que estão em turnê até os dias de hoje, mas neste caso, sem a presença de Neil Young.


INTEGRANTES

David Crosby
Em 1964 Crosby juntou-se à banda The Byrds e com eles esteve durante seus maiores sucessos, como “Turn, Turn, Turn” e “Mr. Tambourine Man” . Em 1967, Crosby ofereceu sua canção "Triad" aos seus parceiros de banda, mas por tratar de um assunto que desagradava Roger McGuinn ela foi recusada e devido a tensões entre o grupo o envolvendo, Crosby foi expulso do grupo, pouco após a aparição do grupo no Monterey Pop Festival. Durante o tempo em que ficou ausente dos palcos produziu o primeiro álbum de Joni Mitchell e nele consta a canção “Woodstock” que mais tarde seria regravada pelo CSNY. Em 1971 após a primeira separação do quarteto, lançou um disco solo chamado “If I could only remember my name” . O músico tinha sérios problemas com drogas e em 1985 foi encontrado em posse de cocaína e uma arma. Ficou nove meses na prisão após ter cumprido programa de reabilitação, dessa forma livrou-se de cinco anos de cadeia. No mesmo ano foi convidado a participar do Live Aid junto de seus parceiros musicais e recebeu liberação da justiça para fazê-lo. Seu envolvimento com drogas o levou a um transplante de fígado no ano de 1994. David Crosby tem três álbuns gravados com seu filho.



Stephen Stills
Stills foi vocalista, guitarrista e principal compositor do Buffalo Springfield desde sua formação em 1966 até 1968, ano em que a banda terminou. Logo após juntou-se a Crosby e os dois passaram a fazer jam sessions, iniciando o que mais tarde se tornaria um quarteto. Em 1971, durante carreira solo, teve sua canção “Love the one you’re with” na quarta posição da parada musical americana. E após um dos vários retornos do Crosby, Stills, Nash and Young o músico foi responsável por quase 100% do disco muito aclamado pelos críticos “Looking Foward” , de 1999.


Graham Nash
O inglês Graham Nash, ex integrante do The Hollies (banda que integrou o movimento denominado de Invasão Britânica), foi o terceiro a integrar o CSNY e deixou sua primeira banda por divergir da linha musical que vinham seguindo, incluindo ter sua canção “Marrakesh Express” recusada. Como integrante do Crosby, Stills and Nash pôde gravar sua composição que se tornou o primeiro sucesso da banda, seguido por “Suite: Judy Blue Eyes” , escrita por Stills. Após a primeira separação do quarteto, Nash e Crosby lançaram um álbum juntos e seguiram em turnê durante o início dos anos 70.


Neil Young
O canadense Neil Young também foi integrante do Buffalo Springfield, porém saiu da banda em 1967 durante o Festival Pop de Monterey. E enquanto estava seguindo carreira solo foi convidado por Crosby para integrar o que agora se tornaria um quarteto. Neil Young contribuiu com o grupo com canções como “Ohio” que surgiu após a Guarda Nacional dos Estados Unidos ter matado a tiros quatro estudantes que estavam em manifesto contra a guerra. Junto de Stills lançou um álbum, “Long May You Run” no ano de 1976, porém deixou Stills durante a turnê no mesmo ano. Sua carreira solo foi bem sucedida, onde lançou o clássico álbum "Harvest" (com o sucesso "Heart Of Gold") e hits como "My, My, Hey, Hey" e "Rockin' in the Free World". Nos anos 90, Neil Young foi consagrado o “deus do grunge” por bandas famosas no cenário musical da época, como o ainda ativo Pearl Jam.


DISCOGRAFIA - principais álbuns de estúdio

Crosby, Stills and Nash – 1969
Considerado pela Rolling Stone um dos 500 melhores discos de todos os tempos, o primeiro álbum do grupo teve as canções “Marrakesh Express” e “Suite: Judy Blue Eyes” como carro chefe. A sonoridade do grupo e o uso de letras que refletiam experiências pessoais foram um marco para mudanças no cenário musical. A diversidade existente entre os músicos permitia que qualquer estilo musical em que se baseassem não soasse como cópia, tendo sempre uma levada que refletia exatamente essa mistura de influências. As músicas mais populares deste disco são “Wooden Ships” , “Helplessly Hoping” , “Suite: Judy Blue Eyes” (composta para Judy Collins), “Marrakesh Express” e “Long Time Gone” (resposta ao assassinato de Robert F. Kennedy)

Deja Vu – 1970
Depois do grande sucesso obtido no primeiro álbum, a expectativa dos fãs e críticos era grande diante do lançamento do segundo disco do grupo, que agora tem a integração de Neil Young (ou seja, primeiro disco como quarteto). As gravações ocorreram em dois meses e segundo Nash “800 horas de estúdio”. Talvez esta afirmação seja exagerada, mas tantos detalhes não teriam sido elaborados em menos tempo. Alguns disseram notar a influência da banda Buffalo Springfield, mas não é de se espantar , afinal dois integrantes do grupo são oriundos do Buffalo. O disco alcançou o primeiro lugar nas paradas americanas e três grandes sucessos: “Teach your children” , “Our house” e “Woodstock” .

CSN – 1977
Primeiro álbum do grupo sem a presença de Neil Young (o músico era de fato o mais genioso da banda e durante esta gravação Crosby, Stills e Nash perceberam que era melhor tê-lo como planejaram em 1969: apenas parcialmente). As composições da banda continuavam a refletir questões pessoais dos músicos e as canções “Just a song before I go” e “Fair Game” atingiram ótimas posições na parada musical da Billboard. “Dark Star” e “Cathedral” , são também excelentes, sendo a primeira sobre problemas de relacionamento e a segunda uma crítica à igreja católica.

Daylight Again - 1982
Daylight Again teria sido um projeto paralelo de Stills e Nash se a gravadora não os tivesse forçado a convidar David Crosby, o que fez deste o quarto álbum de músicas inéditas do grupo. A intenção dos dois era a de gravar um disco com a participação de outras vozes e como Crosby surgiu depois de as gravações terem sido inciadas este foi o primeiro disco do trio com o arranjo de outros vocalistas. A contribuição de David se restringe às músicas, “Delta” e “Might as well have a good time” . Os principais sucessos deste disco foram “Wasted on the way” e “Too much love to hide” . Daylight Again foi lançado quando os vídeos se tornaram populares e a primeira gravação oficial do grupo foi da música “Southern Cross” .




CROSBY STILLS & NASH : Long Time Gone Live Woodstock 1969


CROSBY STILLS NASH & YOUNG : Ohio


CROSBY STILLS & NASH : Wooden Ship


NASH & CROSBY : Marrakesh Express


CROSBY STILLS & NASH : Almosr Cut My Hair Live Madison Square Garden 2009


CROSBY STILLS & NASH : Suite – Judy Blue Eyes Live 2012


CROSBY STILLS NASH & YOUNG : This Old House Live At Farm Aid 1990


CROSBY STILLS NASH & YOUNG : Live Aid


Crosby, Stills, Nash and Young formaram um grupo formidável, com base no Folk, criaram músicas memoráveis, nos deixando um legado fantástico.
Longa Vida ao Crosby, Stills, Nash & Young !
Longa Vida ao Rock And Roll !

domingo, 29 de junho de 2014

A Dica do Planet Caravan - 14. Shadow Gallery

SHADOW GALLERY : Pain


O grupo norte-americano Shadow Gallery passou por maus bocados em 2008, que o fizeram pensar na continuidade ou não da banda: no dia 29 de outubro daquele ano, o vocalista Mike Baker sofreu um ataque cardíaco fulminante e faleceu.
O que fazer diante de uma situação como essa ? Dois caminhos se desenhavam à frente da banda. O mais seguro seria encerrar as atividades e dar um ponto final na carreira. Já a escolha mais arriscada era tentar seguir em frente, encontrando outro vocalista e reconstruindo sua história depois de um momento tão extremo como esse.
O Shadow Gallery escolheu a segunda alternativa, anunciou Brian Ashland como vocalista e seguiu em frente. O resultado é Digital Ghosts, lançado em 23 de outubro de 2009, praticamente um ano após a morte de Baker. Sexto álbum do grupo, Digital Ghosts irá agradar em cheio quem gosta de um prog metal repleto de classe e bom gosto.
O álbum conta com várias participações especiais. Ralf Scheepers, do Primal Fear, solta a voz em “Strong”. Clay Barton, do Suspyre, canta em “Venom”. O guitarrista Srdan Brankovic, do Expedition Delta, toca em “Strong”. Mas o que se destaca é o incrível poder de superação do quinteto formado por Gary Wehrkamp (guitarra e teclado), Brendt Allman (guitarra e vocal), Carl Cadden-James (baixo e flauta), Joe Nevollo (bateria) e o já citado Ashland. O resultado disso tudo faz de Digital Ghosts um dos melhores discos da carreira do Shadow Gallery.
Como era de se esperar, o álbum tem uma aura densa devido aos acontecimentos vividos pelo grupo. As faixas são longas - não existe nenhuma com menos de seis minutos - e bastante pesadas, com várias passagens instrumentais interessantes, que levam o ouvinte ao transe. Surpreendentemente, um dos principais destaques de Digital Ghosts são os vocais de Brian Ashland, limpos e cristalinos, que remetem ao timbre de Geoff Tate, do Queensryche.
Digital Ghosts é um trabalho sólido e forte. Com ele, o Shadow Gallery superou o momento mais delicado de suas duas décadas de carreira. Um álbum que reafirma o status do grupo como um dos principais nomes do prog metal em todo o mundo, ao lado do Dream Theater e do Symphony X.

Fonte
     www.collectorsroom.com.br/2011/03/shadow-gallery-review-do-album-digital.html


SHADOW GALLERY : Pain Studio Version


SHADOW GALLERY : Pain Live At Essen 2013 


The Women's In Rock - 9. April Lawton

APRIL LAWTON : Uma excepcional guitarrista da década de 70 !


Abril Lawton (30 de julho de 1948 - 23 de novembro de 2006) foi uma guitarrista e compositora que ganhou algum destaque no início e meados da década de 1970 como um membro da banda Ramatam, a qual tinha como membros o guitarrista do Iron Butterfly Mike Pinera e o baterista do Jimi Hendrix Experience Mitch Mitchell, além de Russ Smith (baixo e vocais) e Tommy Sullivan (teclados e vocais).  Seu estilo de tocar era uma mistura de Jeff Beck, Hendrix, e Allan Holdsworth. 


Lawton ficou com o Ramatam em dois álbuns de estúdio; seu álbum de estréia auto-intitulado Ramatam (1972, Atlantic) e In April Came the Dawning of the Red Suns. Devido a conflitos de personalidade e de mudança no line-up, o grupo não foi bem sucedido comercialmente, e Lawton deixou a banda após o segundo álbum, formando um projeto solo de curta duração chamado April Lawton Band, que dissolveu se no final de 1970. 


Lawton, então, saiu da cena musical para se concentrar em pintura e design gráfico.  Sua vida pessoal permaneceu muito particular, até sua morte por insuficiência cardíaca em sua casa em 23 de novembro de 2006. Ela tinha 58 anos. Grande perda de uma mulher de talentos incríveis na guitarra.



RAMATAM : The Land – Rainy Sunday Evening


RAMATAM : Ask Brother Ask


RAMATAM : Whiskey PLace


RAMATAM : Heart Song


GIBSON BARNEY KESSEL APRIL LAWTON
Esta guitarra era de propriedade de April Lawton, e foi pintada por ela a mão, no ano de 1973. Ela chegou a se utilizar esta guitarra na gravação dos dois discos do Ramatam em que participou.
Na guitarra vemos a assinatura e a datação da mesma; April Lawton 9-73. A guitarra é uma Sunburst Cereja
A guitarra é assinado e datado no topo "April Lawton 9-73." Esta guitarra é uma Cherry Sunburst Barney Kessel Custom, pesando pouco mais de 6,80 libras, tem uma largura de cerca de 9/16 polegadas, um comprimento da escala de 25 1/2 polegadas e um perfil muito confortável com o pescoço médio. Com um único corpo de largura e profundidade de 3 polegadas de 17 polegadas, o tampo é top maple laminado com duas chaves paralelas, possui maple laminado lindamente inflamado. Dois captadores humbucking número de patentes com saídas de 7.88k e 7.32K. Estilo da ponte Ebony 'Gretsch' na base de ébano ajustável. Arremate Trapeze com diamante levantou e escudo jacarandá com uma placa de identificação de plástico preto com "Barney Kessel" gravado em branco. 
Esta guitarra é uma das mais raras dos Modelos Artista da Gibson, com apenas 740 guitarras produzidas neste estilo, e foi produzida entre 1961 e 1973. Esta guitarra é uma dos poucas 57 guitarras fabricadas em 1966.




April Lawton foi uma grande guitarrista, que não teve o merecido reconhecimento da crítica e do público.
Mas tem lugar garantido na galeria dos grandes do Rock !
Longa Vida a April Lawton !
Longa Vida ao Rock And Roll !


Pelas Galáxias do Rock - 5. Karma

KARMA – Karma


É extremamente difícil expor em palavras toda a beleza do disco do Karma (homônimo), lançado em 1972. 
O executivo da RCA, Ramalho Neto, chegou a escrever um texto na contracapa que tentava definir o som da banda e a complexidade dessa arte: “(O Karma é) alma, espiritualidade, imortalidade, elevação, índia, Londres, Califórnia, New York, Rio de Janeiro, Ipanema, Gurus, Krishina, Amor Maior, incenso, Forma, Cores, Som. No Brasil (o Karma) é tudo isto e também muitos anos à frente do que virá musicalmente”. 
O Karma possuía exatamente isso, uma música riquíssima, cheia de harmonizações vocais e com teor acústico, diferente de tudo o que havia sido produzido na música brasileira até então.
De uma forma resumida, a história toda começou com o estupendo guitarrista e compositor Jorge Amiden, que tinha saído do Terço alguns meses antes e estava meio afastado de tudo, num sítio da periferia do Rio de Janeiro, se recuperando da esquizofrenia e do baque de ter saído de uma banda tão promissora. Sem dúvida, havia uma mágoa com a antiga banda, mas, estava disposto a continuar no mundo da arte, até porque acreditava no seu imenso potencial. Logo encontrou novos parceiros, também muito talentosos, Luiz Mendes Junior (violão e vocal) e Alen Cazinho Terra (baixo e vocal) e começou a trabalhar no que viria a ser uma verdadeira obra-prima. 
Tiveram a felicidade de contar ainda com os geniais Gustavo Schroeter (do grupo A Bolha) e Bill na bateria, Rildo Hora na gaita, Oberdan Magalhães na flauta, Yan Guest no cravo, Arthur Verocai nos arranjos de cordas e metais e com Bartholo, que fez a grandiosa arte da capa.
No disco, o que mais encontramos são canções refulgentes, dignas de serem executadas nos momentos de reflexão e de relaxamento, até porque trazem uma áurea única, quase divina. Prazer absoluto, é o que ouvinte sente ao ouvir as canções “Do Zero Adiante”, “Blusa de Linho”, “Epílogo”, “O Jogo”, “Omissão” e “Venha Pisar na Grama”. 
“Você Pode Ir Além”, “Transe Uma” e “Cara e Coroa” se destacam por serem intensas, às vezes pesadas, mas ao mesmo tempo calmas. Um fenômeno quase sobrenatural.
A releitura de “Tributo ao Sorriso” (gravada pelo Terço, no compacto de 1970) também é belíssima, quase que inteiramente a capela, onde percebe-se a perfeita sincronização das vozes desse maravilhoso trio.
Após o lançamento e divulgação do álbum, o Karma fez algumas apresentações importantes, como por exemplo, no Teatro de Arena de Guanabara em 1973, porém, encerrou suas atividades logo em seguida. Uma pena realmente, poderiam ter feito muito mais para a nossa música.
Menos mal que Jorge Amiden ainda pôde presentear seus inúmeros fãs com participações especiais nos discos Sonhos e Memórias do Erasmo Carlos e Frutos de Mi Tierra do cantor Fabio e como músico de apoio da banda de Milton Nascimento.
Karma... um grupo genial, que deve ser eternamente lembrado por ter propiciado um dos melhores momentos ao Rock Brasileiro, senão em quantidade de discos gravados, em quantidade de minutos do mais puro êxtase e inspiração.

Por Fabiano Oliveira


KARMA : Karma Full Album

The Wind's Voice - 5. Jim Morrison

JIM MORRISON : Uma grande voz de um poeta com atitude !


James "Jim" Douglas Morrison (Melbourne, 8 de dezembro de 1943 — Paris, 3 de julho de 1971) foi um cantor, compositor e poeta norte-americano, mais conhecido como o vocalista da banda de rock The Doors. Foi o autor da maior parte das letras da banda. Após aumento explosivo da fama do The Doors em 1967, Morrison desenvolveu uma grave dependência de álcool que juntamente com o consumo de drogas culminou na sua morte com 27 anos de idade em Paris. Alguns dizem que veio a falecer devido a uma overdose de heroína, mas como não foi realizada autópsia, a causa exata de sua morte ainda é contestada.
Morrison era conhecido por muitas vezes por sua Spoken word e poesias improvisadas enquanto a banda tocava ao vivo. Devido à suas performances e sua personalidade selvagem, ele é considerado por críticos e fãs como um dos vocalistas mais icônicos, carismático e pioneiro do rock da história da música. Morrison foi classificada na 47° posição na lista da revista Rolling Stone dos "100 Maiores Cantores de Todos os Tempos ", e em 22° lugar na lista da revista Classic Rock dos "50 maiores cantores de rock".
Jim Morrison era filho do almirante George Stephen Morrison e sua mulher Clara Clark Morrison, ambos funcionários da marinha americana. Seus pais eram conservadores e rigorosos, todavia Jim acabou por tomar para si pontos de vista completamente antagônicos aos que lhe foram ensinados. Ainda jovem, foi escoteiro.


De acordo com Morrison, um dos eventos mais importantes da sua vida aconteceu em 1947, então com quatro anos, durante uma viagem de família ao Novo México, que ele assim descreveu:
A primeira vez que descobri a morte… eu, os meus pais e os meus avós, íamos de automóvel no meio do deserto ao amanhecer. Um caminhão carregado de índios, tinha chocado com outra viatura e havia índios espalhados por toda a auto-estrada, sangrando. Eu era apenas uma criança e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo… e eu penso que nessa altura as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali sentado a absorvê-las.
Os pais de Morrison afirmaram que tal incidente nunca ocorreu. Morrison dizia que ele ficara tão perturbado pelo caso que os seus pais lhe diziam que tinha sido um pesadelo, para o acalmar. Em qualquer caso, tenha sido real ou imaginário, o incidente marcou-o profundamente, e ele fez repetidas referências nas suas canções, poemas e entrevistas, como por exemplo nas músicas "Peace Frog" e "Ghost Song".
Jim cresceu em locais como Alexandria; Virginia; Clearwater, Flórida; Washington D.C.; Albuquerque,Novo México; Claremont e Alameda, Califórnia; e em mais dois ou três sítios, devido à profissão do pai.


Ele foi influenciado por Friedrich Nietzsche, cujas opiniões sobre a estética, moralidade e dualidade apolíneo e dionisíaco iria aparecer em sua conversa, poesia e canções. Ele leu as obras do francês simbolista poeta Arthur Rimbaud, cujo estilo influenciaria mais tarde a forma de pequenos poemas em prosa. Ele também foi influenciado por Jack Kerouac, Allen Ginsberg, Lawrence Ferlinghetti, Charles Baudelaire,Molière, e Franz Kafka, Honoré de Balzac e Jean Cocteau, junto com a maioria dos filósofos existencialistas franceses. Quando Morrison atingiu os 15 anos, a família mudou-se para Washington, onde ficaram 3 anos enquanto Jim frequentou George Washington High School. Testes aplicados nesta escola mostraram um Q.I de 149. Apesar da poesia já fazer parte da sua vida, a partir deste ponto ele começou a levá-la bem a sério(escreveu Horse Latitudes durante este período) escrevendo sem parar em diários e cadernos. Ele graduou-se na George Washington High School em 1961, apesar dos pais o acharem preguiçoso. Seus pais o matricularam na St. Petersburg Junior College na Flórida, e mandaram para passar um ano a viver em Clearwater, Florida com os avós. Jim depressa aprendeu que ficar bêbado e perseguir a vida boémia deixava os avós bastante chateados, por isso ele fazia ambas as coisas. Quando o ano passou,Jim começou as aulas na Florida State University -"apenas porque não conseguia pensar em nada mais para fazer". Estudou, entre outras coisas, filosofia e psicologia de multidão, onde sem dúvida aprendeu uns truques que usaria mais tarde na sua vida. Mas ele queria desistir, para estudar cinema em UCLA. Não conseguindo persuadir os pais a aceitarem,matriculou-se em tantas aulas relacionadas com o teatro quanto possível. Ele ainda estava determinado a chegar a UCLA. E conseguiu em 1964, depois de ter finalmente a permissão dos pais ( apesar de ter mais de 18 anos, presumivelmente necessitava de assistência financeira). No departamento de artes teatrais de UCLA, Jim especializou-se em técnicas de filme. Jim graduou-se na UCLA no verão de 1965. Ele nem se incomodou em ir à cerimónia de graduação. Já tinha ido embora, exprimido raiva durante uns dias depois da primeira e única passagem do seu filme de fim de ano ter atraído comentários bastante negativos tanto de professores como de estudantes Jim cortou todas as comunicações com a família, chegando mesmo a queimar cheques que lhe mandavam.


Morrison tornou-se um descobridor, interessado em explorar novos caminhos e sensações diferentes, e seguiu uma vida boémia na Califórnia, frequentou a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), formando-se no curso de cinema, deambulando por lá, dormindo em sofás telhados, andou por Venice, Los Angeles, devorando livros. Após a graduação pela UCLA, Morrison, após um encontro casual com o seu antigo colega Ray Manzarek, leu-lhe alguns poemas ( entre os quais o famoso "Moonlight Drive"), e ambos decidiram na hora fazer uma banda de rock. Para completar a banda vieram mais dois membros juntar-se a eles, Robby Krieger e John Densmore, que Ray conhecia das suas aulas de meditação. O nome da banda – The Doors - foi inspirado no livro The Doors of Perception de Aldous Huxley, que o tinha ido buscar a um verso de um poema de William Blake, que dizia: If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is, infinite. (Se as portas da percepção estiverem limpas/ Todas as coisas se apresentarão ao homem como são, infinitas)- The Marriage of Heaven and Hell. Morrison desenvolveu um estilo de cantar único e um estilo de poesia a tocar fortemente no misticismo.


Morrison adotou a alcunha de "Mr. Mojo Risin'", um anagrama de "Jim Morrison" e que ele usou como refrão na música "LA Woman" no álbum com o mesmo nome e o último que gravou. Era também chamado de Lizard King retirado de um verso do seu famoso épico "The celebration of the Lizard", parte do qual foi gravado no álbum Waiting for the Sun, adaptado a musical nos anos 1990.
Ainda antes da formação dos Doors, Morrison começou a consumir várias drogas, a beber álcool em grandes quantidades e a entregar-se a diversos prazeres, aparecendo embriagado para as sessões de gravação (podendo ouvir-se soluços em "Five to one").
Apesar de nunca se ter sentido próximo da sua família, Morrison protegia os seus companheiros de banda. Aparentemente, uma vez disse a Ray Manzarek que nunca se sentia confortável num encontro social a não ser que ele ou outro membro do grupo estivesse com ele. Morrison recusou algumas oportunidades de carreira a solo.


Em Março de 1971, após todos os membros da banda terem decidido parar por algum tempo, Morrison mudou-se para Paris na companhia da sua namorada de sempre, Pamela Courson, com o propósito de se concentrar na escrita.
Jim Morrison era um barítono e tinha um timbre de voz bonito e encorpado. Ele tinha bons graves e chegava a altos agudos. 


Em Paris, morreu em 3 de Julho de 1971, na banheira, aos 27 anos de idade. Em sua lápide está escrito: "Kata Ton Daimona Eaytoy" (Em Português "Queime Seu Demônio Interior). Muitos fãs e biógrafos especularam sobre a causa da morte, se teria sido por overdose, pois embora Jim não fosse conhecido por consumir heroína, Pam fazia-o (morreu de overdose em 1973) e é sabido que nesse Verão correu Paris à procura de heroína de uma pureza invulgar. Outra hipótese seria um assassinato planejado pelas próprias autoridades do governo dos Estados Unidos. Morrison foi referido como sendo o nº 4 a morrer misteriosamente, tendo sido os três primeiros Jimi Hendrix, Janis Joplin e Brian Jones (todos mortos com 27 anos). O relatório oficial diz que foi "ataque de coração" a causa da sua morte. Está sepultado no famoso cemitério do Père-Lachaise em Paris. Devido a atos de vandalismo de alguns fãs, por diversas vezes a associação de amigos do cemitério sugeriu que o corpo fosse transferido para outra necrópole.
Em abril de 2010, foi lançado o documentário When You're Strange de Tom DiCillo, que conta a história do The Doors. O documentário é narrado pelo ator Johnny Depp.


TIMELINE

1943: Jim Morrison nasce em 8 December
1947: Morrison presencia um acidente de carro com a idade de 4 anos, onde presenciou a morte de uma família de índios
1958: Morrison entra para o Alameda High School in Alameda, California.
1961: Em Junho ele complaeta sua graduação na George Washington High School
1962: Ele se muda para a Universidade Estadual da Flórida (FSU) in Tallahassee onde toma parte no recrutamento para participar de um filme
1964: Em Janeiro chega a Los Angeles, California, para cursar a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA)
1965: Morrison recebe sua graduação na UCLA na Escola de Artes e Teatro no Departamento de Artes
1965: Após essa graduação Jim Morrison passa uma vida pacata e tradicional em Venice Beach
1965: The Doors se forma como uma Banda de Rock
1966: The Doors abre os shows da banda de Van Morrison no Whisky a Go Go. Jim acabou sendo muito influenciado pelas performences de palco de Van Morrison. The Doors e Van Morrison cantam, juntos no palco, uma música chamada Gloria de autoria de Van Morrison
1967: Jim Morrison faz uma série de fotos em preto-e-branco em sessões organizadas pelo fotógrafo Joel Brodsky. As fotos seriam usadas em materiais promocionais em revistas, covers, compilações e outros itens de propaganda da banda
1967: A banda sente o primeiro gusto de reconhecimento nacional após assinar com a Elektra Records
1967: A banda produz um filme promocional para "Break on Through (To the Other Side)", o qual se transformou no primeiro single de sucesso da banda em seu primeiro álbum. Todos os membros da banda aparecem no video em close-up e Morrison cantando em playback as letras da música
1968: A banda faz o seu terceiro album de studio ‘Waiting for the Sun’
1969: A banda faz o seu quarto album de studio ‘The Soft Parade’
1969: Morrison publica dois livros de poesia; ‘The Lords/Notes on Vision’ e ‘The New Creatures’
1969:  Jim é preso por causar um enorme tumulto no Dinner Key Auditorium, Miami
1970: Morrison participa de uma cerimônia de noivado celta pagã com a crítica de Rock e autora de textos sobre Ficção Científica Patricia Kennealy
1970: Jim privadamente publica seu livro ‘An American Prayer’
1971: Jim morre em 3 de julho

A CELEBRAÇÃO DO LAGARTO

UM PEQUENO JOGO
  Antes eu tinha um pequeno jogo
  Gostava de rastejar no meu cérebro
  Penso que sabes qual o jogo que me refiro
  Refiro-me a um jogo chamado Enlouquecer
  Agora devias tentar este pequeno jogo
  Apenas fecha os olhos e esquece o teu nome
  esquece o mundo, esquece as pessoas
  E nós ergueremos um campanário diferente.
  Este pequeno jogo é divertido de fazer.
  Apenas fecha os olhos, impossível perder
  E eu estou aqui, eu vou também
  Liberta controlo, estamos a atravessar

OS HABITANTES DA COLINA
  Bem no fundo do cérebro
  Passando bem o limiar da dor
  Onde nunca há nenhuma chuva
  E a chuva cai suavemente sobre a cidade
  E sobre as cabeças de todos nós
  E no labirinto de correntes por baixo
  Sossegada e celeste presença de
  Nervosos habitantes do monte nos suaves montes de volta
  Répteis com fartura
  Fósseis, cavernas, frescas elevações de ar
  Cada casa repete um molde
  Janela rolou
  Um carro de besta trancado contra a manhã
  Todos dormem agora
  Cobertores silenciosos, espelhos livres
  Pó cega debaixo das camas de casais legítimos
  Enrolados em lençóis
  E filhas, enevoada com sémen
  Olhos nos seus mamilos
  Esperem! Ouve um massacre aqui
  Não pares para falar ou olhar em volta
  As tuas luvas e o leque estão no chão
  Vamos sair da cidade
  Vamos de fuga
  E tu és aquela que eu quero me vir!!

NÃO TOCAR NA TERRA
  Não tocar na terra, não ver o sol
  Nada mais a fazer a não ser fugir, fugir, fugir
  Vamos fugir, vamos fugir
  Casa no topo do monte, a lua jaz quieta
  Sombras nas árvores testemunhando a brisa selvagens
  Anda, querida, foge comigo
  Vamos fugir
  Foge comigo, foge comigo, foge comigo
  Vamos fugir
  A mansão é amena no topo do monte
  Ricos são os quartos e os confortos lá
  Vermelhos são os braços de luxuosas cadeiras
  E não vais saber nada até entrares lá dentro
  Corpo morto do Presidente no carro do condutor
  O motor funciona a cola e alcatrão
  Anda connosco, não vamos muito longe
  Para Este conhecer o Czar
  Foge comigo, foge comigo, foge comigo
  Vamos fugir
  Alguns foras-de-lei vivem junto ao lago
  A filha do ministro está apaixonada pela serpente
  Que vive num poço junto à estrada
  Acorda, rapariga, Estamos quase em casa
  Sol, sol, sol
  Queima, queima, queima
  Lua, lua, lua
  Apanhar-te-ei em breve... em breve... em breve!
  Eu sou o Rei Lagarto
  Posso fazer qualquer coisa

O PALÁCIO DO EXÍLIO
  Durante sete anos habitei no livre Palácio do Exílio
  Jogando estranhos jogos com as raparigas da ilha
  Agora estou de volta à terra dos justos
  E dos fortes e dos sábios
  Irmãos e irmãs da pálida floresta
  Crianças da noite
  Quem de entre vós fugirá com a caça?
  Agora a noite chega com a sua legião púrpura
  Metam-se nas vossas tendas e nos vossos sonhos
  Amanhã entramos na cidade do meu nascimentoQuero estar preparado.

FONTES
   Wikipedia
   Infopédia
   Society For Recognition Of Famous People
   The Complete Guide to The Music Of The Doors, Peter K. Hogan


THE DOORS : Riders On The Storm


THE DOORS : Light My Fire Official Live


THE DOORS : When The Music Is Over Live Bowl 1968


ALICE COOPER : Desperado ALive


THE DOORS : Roadhouse Blues Live In N.Y. 1970


THE DOORS & EDDIE VEDDER : Roadhouse Blues Live At Los Angeles 1993


THE DOORS : The End Live


ALICE COOPER : Tribute To Jim Morrison


THE DOORS & JIM MORRISON : Reportagem de Nelson Motta


JIM MORRISON TRIBUTE : Adagio In G minor



Jim Morrison sem dúvida nenhuma foi uma das maiores estrelas do Universo do Rock, não só por sua voz e atitudes, mas também por suas poesias e musicalidade.
Tem lugar certo na Galeria dos Imortais do Rock.
Longa Vida a Jim Morrison !
Longa Vida ao Rock And Roll !